Ela viu Amanda se abaixando para colocar a câmera no vaso com aquele sorriso de satisfação. Os cantos de sua boca se ergueram, e um brilho frio passou por seus olhos.
Tudo isso tinha sido obra delas, estavam procurando problemas.
Quando Amanda saiu, Beatriz saiu da esquina, foi até a banheira 6, abaixou-se e tirou o aparelho do vaso.
A câmera ainda estava funcionando, a luz vermelha piscava. Ela olhou para a banheira 9 do outro lado. Melissa ainda não havia saído.
Ela se abaixou e ajustou o ângulo do aparelho, deixando-o no mesmo vaso da banheira 6. Não mexeu muito, apenas ajustou o ângulo, e as imagens gravadas seriam completamente diferentes.
Em seguida, ela bateu as mãos, virou as costas e entrou.
A temperatura da água estava perfeita. A névoa subia, embaçando a visão.
Beatriz encostou na parede da banheira, fechou os olhos e relaxou, sem nenhuma expressão no rosto. Logo depois, ouviu os passos na porta ao lado. Era a Melissa entrando. A água respingava e dava para ouvir ela cantarolando. Parecia estar de bom humor.
Cerca de meia hora depois, Melissa saiu da banheira, enrolada na toalha, com um sorriso no rosto. Estava prestes a encontrar Amanda quando a viu vindo do lado oposto.
Havia um sorriso no rosto de ambas. Mal podiam esperar para pegar os celulares e ver o que as pessoas estavam dizendo na internet.
Beatriz também saiu nesse momento. Vestia o roupão e o cabelo já estava enrolado na toalha.
Ao passar pelo vaso de flores, fingiu chutar sem querer, e o vaso caiu. O aparelho rolou para fora e ela pisou nele. Ela olhou para baixo e levantou a cabeça como se nada tivesse acontecido.
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