― Senhor Marwood, vim trazer um café. ― A voz de Zelda anunciou, do outro lado da porta, pedindo permissão para entrar e Anne ficou surpresa: “Zelda? Por que Zelda veio trazer café?" Então, olhou para Anthony, que encarava o lado oposto do escritório com uma expressão sombria.
O olhar duro de Anthony voltou para o rosto atordoado de Anne e, ao mesmo tempo que soltava o punho da jovem, o homem ordenava:
― Entre! ―
Anne se assustou, olhando para Anthony, incrédula, e sem tempo para se recompor, preferiu se jogar ao chão, se escondendo atrás da mesa. Afinal, se alguma colega de trabalho a visse naquela situação, resultaria em uma bola de neve de fofocas.
Zelda entrou e seu coração disparou, assim que viu o homem poderoso. Encostando a porta, atrás de si, a mulher levou a xícara até a mesa e falou, com uma voz coquete:
― Fui eu mesma quem preparou. Espero que goste! ― Ela tinha a maquiagem retocada e os cabelos soltos jogados de lado, deixando claro que tinha outra intenção, além de agradar o magnata com uma bebida quente.
O diretor da clínica tinha permitido que a mulher cometesse tal disparate acreditando que, se o Senhor Marwood se interessasse por uma funcionária do estabelecimento, daria mais atenção para o local e, consequentemente, todos seriam favorecidos.
Os superiores acreditaram nela porque também ouviram o boato de que o Sr. Marwood a encarou quando entrou pela porta!
Com uma expressão intrigada, Anthony perguntou:
― Qual é o seu nome? ―
A mulher ficou radiante:
― Meu nome é Zelda. ―
― E quem permitiu que você viesse aqui? ―
― Caleb. ―
― E você está aqui apenas para entregar café? ― Anthony estreitou ligeiramente o olhar.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Magnata pai de trigêmeos
Cadê o resto! Não tem atualização?...