POV DARIUS.
Deixei o centro de treinamento com a mente fervendo, a tensão se arrastando pelos meus músculos, cada fibra do meu corpo clamando por algo mais. Necro rosnava em minha mente, insatisfeito, sempre exigindo mais, empurrando-me para a beira da perdição. Eu precisava de algo, alguém, para me ancorar, algo que pudesse me acalmar… Eu precisava de Alice.
A corrida até minha casa foi rápida, quase automática. Quando abri a porta, caminhei rapidamente pela sala silenciosa. Alice estava lá, sentada no sofá, uma visão que me fez parar por um instante. Seus olhos deixaram o livro que ela lia, ao me notar, e a surpresa ficou evidente em sua expressão.
— Darius! — exclamou, seus olhos arregalaram. — Você está… nu! — disse, constrangida.
Eu não respondi. Não conseguia. A urgência dentro de mim dominava tudo. Meu corpo se movia sem controle, um desejo bruto que não podia ser negado. Cada passo que dei em sua direção era carregado de intensidade. Quando parei na frente do sofá, ela me olhou, a respiração agora mais acelerada.
— Darius, o que está pensando em fazer? — murmurou, sua voz trêmula, mas antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, eu me abaixei, tomando seus lábios com uma urgência que me queimava por dentro.
O beijo foi voraz, faminto, como se minhas mãos e lábios estivessem buscando algo que me salvasse de me afogar na escuridão. Projetei meu corpo sobre ela e Alice, instintivamente, se deitou no sofá, se acomodando para me receber.
Alice respondeu de imediato, suas mãos segurando meu rosto, seus dedos apertando-me com uma força que só aumentava meu desejo. Nossos lábios se moviam em uma sincronia perfeita, como se estivéssemos em uma batalha, mas uma batalha que ambos queríamos vencer.
Quando finalmente me afastei para respirar, meus olhos encontraram os dela. O desejo estava lá, mas havia algo mais. Confusão. Entrega. Uma intensidade que eu sabia que não era apenas física. Ela estava entregue a mim, e isso, de algum jeito, me acalmava, mas também aumentava a necessidade que eu sentia.
Sem dizer nada, passei meus braços ao redor de seu corpo pequeno, levantando-a sem esforço. Alice arfou, surpresa, suas mãos se agarrando aos meus ombros com força.
— Darius! O que você está fazendo? — Ela perguntou, a voz cheia de espanto, mas também de algo mais, algo que eu só podia reconhecer como… anseio e antecipação. Eu não respondi. Não havia tempo para palavras. Só a necessidade.
Caminhei rapidamente para o nosso quarto, nossa respiração ofegante era tudo que eu ouvia. Quando chegamos, empurrei a porta com o pé e a fechei atrás de nós. O silêncio tomava conta do ambiente, mas era um silêncio repleto de antecipação. Eu a deitei na cama, minha urgência não podia ser disfarçada. O controle estava escapando por entre meus dedos. Necro estava se descontrolando e eu precisava reprimi-lo.
— Você… está bem? — Ela perguntou, sua voz agora um sussurro, mas seu olhar não era de medo. Seu olhar era de preocupação.
O prazer foi imediato, intenso, uma explosão que parecia consumir todo o meu ser. Alice se agarrou a mim, suas unhas se enterrando em minhas costas, a cada movimento meu. Cada penetrada era uma fusão de necessidade e desejo, mas também de uma conexão que eu sabia que só ela podia me dar.
Os gemidos de Alice misturavam-se aos meus, uma sinfonia de prazer que preenchia o espaço ao nosso redor. Eu sabia que a tensão em meu corpo estava começando a se dissipar, mas, ao mesmo tempo, eu sentia que ela também estava se entregando aquele momento. Necro, que havia rugido em minha mente antes, agora estava em silêncio, sua fúria acalmada pela presença dela, pela maneira como ela me completava.
— Darius… — Alice murmurou, sua voz baixa e ofegante. — Eu te quero. Mais forte. — Disse, pedindo entre gemidos.
Suas palavras mudaram algo em mim, ela me queria. Fiquei feliz em saber. Eu sabia que nada mais importava. Alice era minha âncora. Minha calma. Ela estava aqui, comigo, e isso era o que eu mais precisava. Intensifiquei minhas investidas, sua vagina apertou meu membro, indicando que ela estava próxima de um orgasmo e não demorou para ela alcançá-lo.
Suas paredes vaginais me apertando só serviram para me fazer chegar ao meu clímax. Senti meu membro enrijecer ainda mais e gozei com força, me liberando na sua vagina gulosa que me sugava com força. Alice gemeu enquanto tinha espasmo. Gemi alto enquanto liberava a última gota do meu gozo.
Fiquei por um momento parado, enquanto Alice estava de olhos fechados, ofegante, se recuperando. Quando senti meu membro desinchar um pouco, saí de sua vagina, contra minha vontade. Me deitei ao lado dela, puxando-a para meus braços. Alice descansou a cabeça em meu peito. Meu coração ainda batia acelerado, mas agora havia uma calma que eu nunca havia conhecido.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O REI ALFA QUE SE APAIXONOU POR UMA HUMANA.