Henrique elogiou à distância: "Carolina, você está linda."
Carolina franziu a testa e o ignorou.
Ela discretamente levou consigo o que estava no bolso da roupa anterior, apertando o objeto na palma da mão.
Henrique voltou a falar com a assassina: "Traga ela para me encontrar."
A assassina perguntou: "Onde o senhor está?"
Ao ouvir isso, Carolina ficou surpresa e virou-se para olhar a assassina.
Ela não esperava que nem mesmo a assassina soubesse do paradeiro de Henrique.
Henrique era mesmo astuto!
Henrique disse: "Leve a Carolina para o carro, eu mesma vou guiá-las."
Meia hora depois, Carolina foi levada até um cais abandonado.
O cais estava em desuso havia anos, mas ainda havia várias embarcações atracadas à margem.
Sob a orientação de Henrique, a assassina chegou a um barco de porte médio, discreto e aparentemente insignificante.
Por fora, era apenas um barco velho e gasto pelo tempo, mas por dentro, era outro mundo!
O exterior era decadente, mas o interior era surpreendentemente novo!
Havia flores frescas, luzes coloridas, champanhe e bebidas finas; tudo decorado como se fosse para uma festa.
No entanto, Henrique não estava na cabine.
Carolina, franzindo a testa, perguntou à assassina: "Onde está o Henrique?"
A assassina respondeu friamente: "Espere aqui."
Ela se retirou, e Carolina, desconfiada, examinou todo o interior da cabine.
Sem encontrar Henrique, ela quis sair dali.
Contudo, foi impedida pela assassina do lado de fora, que falou em tom severo:
"Fique aí dentro!"
Carolina: "..."
Sem alternativa, ela se sentou em silêncio na cabine.
Sua mente fervilhava, pensando em como iria lidar com Henrique quando ele aparecesse.
A agulha de prata já fora retirada pela assassina enquanto trocava de roupa.
Agora, um pouco nervosa, ela só podia apertar o objeto em sua mão para se encorajar...
Não se sabe quanto tempo se passou até que a porta da cabine se abriu e um homem usando terno branco entrou.
Ele olhou para Carolina com um sorriso gentil, os olhos cheios de ternura: "Carolina."
Ela jamais imaginou que Jonseu fosse, na verdade, Henrique!
Henrique suspirou levemente e assumiu uma expressão ferida:
"Carolina, até agora você não percebe o quanto eu te amo?"
"Esse vestido de noiva que você está usando, desde a concepção do desenho até a escolha final dos diamantes, eu participei de cada etapa. Levei oito anos para concluí-lo."
"Embora ele não tenha vida, é uma expressão do meu amor por você."
"Veja também cada detalhe dessa cabine, todas as flores e plantas, tudo foi preparado especialmente para você."
"Até essa aparência que carrego, troquei apenas para poder me aproximar de você, eu..."
Carolina não suportou ouvir mais, interrompendo-o diretamente:
"Eu só quero saber, por que você virou o Jonseu?!"
O amor dele era distorcido e doentio!
Ela não queria perder tempo discutindo sentimentos; afinal, não o amava!
Que ele tentasse comovê-la o quanto quisesse, aquilo não lhe dizia respeito!
Só queria entender algumas questões!
Henrique respirou fundo, fez um gesto para que ela se sentasse e, então, acomodou-se à sua frente.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...