Carlos franziu as sobrancelhas, e o velho disse:
"Quando ele estava vivo, gostava de festa, também gostava de bichinhos. A dona Olga falou que não arrancaria as flores e os matos do túmulo, deixaria crescer lá mesmo. Nem espantaria os animais, seria como se fizessem companhia pra ele."
O coração de Carlos ficou apertado.
Na frente do túmulo não havia foto, só uma lápide simples, sem nome, apenas algumas palavras grandes e diretas:
【Túmulo do velho Zélio】
Um herói nacional, que se escondeu por anos para proteger o segredo das montanhas!
A segunda metade da vida inteira ele dedicou ao país e ao povo, mas depois de morto, nem o nome ousaram deixar na lápide.
Com certeza, não deixar o nome era para protegê-lo, para evitar problemas no futuro, como alguém profanar o túmulo e ele não poder descansar em paz.
Mas, diante daquela cena que parecia um túmulo abandonado, Carlos não conseguiu evitar a tristeza.
avô Zélio fez tanto pelo país e pelo povo, não deveria ser enterrado assim, num lugar esquecido.
Ele quis se ajoelhar, mas o velho logo o segurou,
"Não se ajoelhe, o chão aqui é úmido, vai sujar a roupa."
"Não tem problema."
Mesmo assim, Carlos se ajoelhou. Ele encostou a testa no chão três vezes diante do túmulo de velho Zélio,
"avô Zélio, vim lhe visitar."
Sua voz saiu embargada, não conseguindo esconder a tristeza.
A última vez que se viram, ele ainda era aquele velho animado, sorridente, cheio de energia e ágil.
Ainda incentivava Ledo a pegar o lençol da vovó escondido, e brincava com Ledo pelas matas.
Agora, ao revê-lo, já estava dormindo para sempre debaixo da terra...
Será que existe alma neste mundo?
Será que ele pode sentir a saudade de todos?
Será que ele está bem lá do outro lado?
Ele se foi, e quem se importava com ele perdeu para sempre qualquer notícia sua...
Carlos ficou metade do dia junto ao túmulo de avô Zélio. Quando voltou para casa, o dia já havia amanhecido.
Assim que entrou, Carolina, ainda sonolenta, sentou-se na cama bocejando,
"Mas o que aconteceu com você?"
Carlos respirou fundo,
"Eu fui ver o avô Zélio agora há pouco, me emocionei, não consegui segurar."
Carolina se surpreendeu, "Você já viu o avô Zélio?"
"Sim."
"Onde você o viu?"
"... Nas montanhas."
"O avô Zélio está bem?"
"... Está."
"Ele não voltou com vocês?"
Carlos balançou a cabeça, "Não."
Carolina ficou ainda mais surpresa,

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...