"avô Zélio sabia que a gente vinha e mesmo assim não voltou? O que ele está fazendo lá no mato?"
Carlos sentiu um nó na garganta,
"Se ele não voltar, a gente vai atrás dele. Daqui a pouco você fala com ele cara a cara."
Carolina olhou desconfiada,
"Carlos, você brigou com o avô Zélio? O que o avô Zélio falou pra você? Não é possível, você sempre trata tão bem a mim e às crianças, o avô Zélio deveria te elogiar por isso."
Os olhos de Carlos ficaram marejados,
"Vai se lavar e trocar de roupa primeiro, enquanto as crianças ainda estão dormindo. Vamos ver o avô Zélio antes que elas acordem."
"...Por que não esperar as crianças?"
Carlos não explicou, apenas disse: "Deixa as crianças irem depois."
Ele sabia que, se Carolina visse avô Zélio agora, ela iria desmoronar, e não queria que as crianças presenciassem esse momento.
As crianças ficariam tristes, se sentiriam ainda pior.
"Faz o que eu disse, vai se lavar e trocar de roupa."
Carolina estava totalmente confusa. Ela conhecia Carlos, sabia o quanto ele estava reprimido agora, o quanto estava abalado.
Carlos raramente ficava assim.
Com certeza algo grave tinha acontecido!
Mas, o que de tão grave poderia acontecer ali no mato?
Sem conseguir entender, Carolina foi depressa se lavar, trocou de roupa, pegou os presentes e os doces que trouxe para o avô Zélio, e acompanhou Carlos para a mata.
Ela ainda pegou um pacote extra de doces, porque sabia que o avô Zélio adorava um docinho.
Alguns idosos da casa já estavam acordados. Assim que Carlos e Carolina saíram, eles também deixaram seus quartos.
Olhando para os dois se afastando, os idosos suspiraram em silêncio.
Eles sabiam que Carlos estava levando Carolina para visitar o velho Zélio na mata.
"Você não está no lugar errado? Acho que o avô Zélio não está aqui."
Carlos, com a voz embargada, não conseguiu responder. Levantou a mão e, com carinho, ajeitou o cabelo de Carolina atrás da orelha, arrumou sua roupa.
Segurando a mão dela, deu uma volta ao redor do túmulo e parou em frente à lápide.
"Avô Zélio, trouxe a Carolina para te visitar."
Carolina ficou chocada.
Olhou para a inscrição na lápide, prendeu a respiração, os olhos arregalados!
Demorou um tempo até conseguir falar,
"Carlos, esse tipo de brincadeira não tem graça nenhuma. Se continuar, vou ficar brava."
Carlos virou-se para ela, respirou fundo,
"Carolina, o avô Zélio está aqui."

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...