"Cento e oitenta e oito mil."
Macaco ficou chocado. "Só essa garrafa de vinho tinto custa cento e oitenta e oito mil?"
O garçom assentiu. "Sim, senhor."
Macaco arregalou os olhos e disse:
"Por que vocês não vão logo roubar alguém? Você acha que eu sou de fora e quer me extorquir?"
O garçom respondeu: "... Senhor, todas as bebidas do nosso estabelecimento têm o preço claramente marcado. Não existe aqui prática de enganar ou extorquir clientes. Essa garrafa de vinho realmente custa cento e oitenta e oito mil."
Macaco olhou para a garrafa quebrada no chão e exclamou:
"Só essa porcaria de garrafa vale cento e oitenta e oito mil? Você sabe quanto é cento e oitenta e oito mil? Lá na minha terra, dá pra comprar várias esposas com esse dinheiro!"
"Porra, arrisquei minha vida numa missão e nem sei se vou conseguir pegar tanto dinheiro assim!"
"Vocês são só um bar, como conseguem vender um vinho tão caro assim?"
"Que tipo de cliente é capaz de tomar algo tão caro?"
Macaco não conseguia acreditar: por acaso, ao quebrar uma simples garrafa de vinho, teria que pagar cento e oitenta e oito mil!
No nível dele, ele não tinha acesso a grandes fortunas.
Ele lutava ao lado dos irmãos, e numa missão talvez ganhasse cento e oitenta ou duzentos mil reais, mas depois de tirar a parte de suborno e dividir com os irmãos, o que sobrava pra ele eram uns dez ou vinte mil, no máximo.
E agora, só uma garrafa, cento e oitenta e oito mil?!
O garçom respondeu, pacientemente:
"Este bar pertence ao Sr. Alves. Os preços das bebidas variam. Tem cliente que toma vinho de oitocentos e oitenta reais, e tem cliente que toma de milhões. Todos os preços são claros, e servimos conforme o cliente pede."
"Não vendemos bebida falsificada, nem forçamos ninguém a comprar nada."
Macaco franziu a testa e perguntou:
"Então me diga, por que essa garrafa vale cento e oitenta e oito mil? Não é só vocês dizerem quanto custa que eu vou pagar!"
O garçom percebeu que ele só não queria pagar, mas ainda assim manteve a cortesia e respondeu:
Ele logo chamou a equipe de limpeza para arrumar a sujeira.
Não se preocupava nem um pouco que Macaco fosse fugir sem pagar. Sem pagar, eles nem sairiam da porta.
Enquanto caminhava, Macaco resmungava:
"Isso é roubo, porra! Cento e oitenta e oito mil! Droga! Tô quebrado!"
O dinheiro de Macaco já estava acabando.
Após ser perseguido por Lionel, ele se juntou a Juvêncio, e para se adaptar ao novo chefe e ambiente, foi obrigado a gastar bastante para fazer contatos.
Além de ter dado um presente caro para Juvêncio, também entregou lembrancinhas para outros à parte.
Nos últimos meses, só gastou, não entrou nada — até o fundo do caixão já estava quase vazio.
E agora, num simples esbarrão, lá se foram mais cento e oitenta e oito mil!
O segurança de Juvêncio não comentou nada, afinal, não era ele quem ia pagar.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
A narrativa esta cansativa, toda hora surgem novos personagens mais a estória nao tem evolução e sempre o mesmo e só voltas e voltas sem desenvolvimento uma pena e um enredo interessante mas esta cansativa e longo demais...
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...