— Quando vimos o chefe de novo, ele já estava caído numa poça de sangue, sem respirar.
— Ficamos desesperados, ligamos na mesma hora para um médico e para a polícia brasileira, e também contatamos o pessoal da embaixada do País M pedindo ajuda.
— O chefe foi esfaqueado com uma faca de frutas, a mesma faca que estava em cima da mesa de jantar. Naquele momento, os únicos que tiveram contato com a faca foram o chefe e o Sr. Belo.
Carlos ouviu tudo em silêncio, com os olhos entreabertos. Só quando Enzo terminou é que ele perguntou:
— Será que você não se confundiu?
Enzo hesitou por um momento e balançou a cabeça.
— Não me confundi. Eu lembro muito bem.
Carlos disse:
— Então será que você esqueceu quem cortou as frutas? Eu e seu chefe comendo juntos, por acaso precisaríamos cortar as frutas nós mesmos? Então pra que serve um assistente como você?
Enzo respondeu sem se abalar, explicando-se:
— Vocês tinham assuntos importantes pra discutir na hora, não deixaram a gente chegar muito perto e nem deixaram a gente servir.
Carlos o encarou com os olhos cerrados e não disse nada.
Enzo ficou arrepiado com o olhar dele e acrescentou:
— Eu não disse que nosso chefe foi definitivamente morto pelo Sr. Belo. Só estou relatando com sinceridade o que aconteceu naquela noite.
Carlos soltou uma risada fria, parou de dar atenção a ele e virou-se para o delegado:
— Eu não sou o assassino, não tenho obrigação de ficar conversando com essa gente. Tô indo.
Carlos ia se levantar para sair quando Leonel de repente abriu a boca:
— Você tem coragem de prometer na frente da mídia e da polícia que, se a gente provar que você realmente matou o Arthur, você nos entrega o Grupo Belo como compensação?!
Carlos estava só esperando que ele fizesse as condições.
Ele encarou Leonel com os olhos cerrados e disse:
— Sem problemas.
Todos suspiraram chocados:
— ...
A mídia estrangeira ficou estarrecida. Disparavam fotos feito loucos enquanto cochichavam:
— O Sr. Belo perdeu a cabeça? Dar o Grupo Belo pra Família Erman? Meu Deus!
— Será que ele não é mesmo o assassino?
— Impossível, a polícia tem provas. Dizem que há provas materiais e testemunhas. Se ele não fosse o assassino, a polícia brasileira bateria na porta dele de arma na mão pra prendê-lo?
— Exato, a polícia com certeza já sabe que foi ele que matou. Só estão enrolando pra condenar por causa da posição dele!
— Se ele tem coragem de aceitar, com certeza é porque ele sabe disso e por isso tá tão arrogante.
— Se for isso mesmo, ele tá sendo muito prepotente. Esqueça por um momento a força da Família Erman, o assunto já virou notícia no mundo todo. Mesmo que a polícia brasileira queira acobertar, não tem como.
Leonel também não esperava que ele concordasse tão rápido. Apertou os olhos e confirmou mais uma vez:
— Eu disse que, se a gente conseguir provar que você matou o Arthur, você vai ter que nos dar o Grupo Belo como compensação.
Carlos:
— Eu ouvi direito, não precisa repetir. Eu topo. Mas, se eu não for o assassino, como vocês vão me compensar?
Leonel travou por um segundo e devolveu a pergunta:
— O que você quer?
Carlos:
— Eu quero todas as ações da Família Erman.
Leonel franziu a testa. Carlos emendou:
— Assim é justo.
Leonel hesitou. Instantes depois ele se levantou:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....