Lucas ficou curioso:
— Que coisa bizarra?
Ledo fez uma expressão misteriosa:
— Eu descobri que tinha um monstro no navio onde estou!
Lucas arregalou os olhos:
— Que monstro?!
Ledo continuou mantendo o mistério:
— Eu não consegui ver. Eu tava no quarto na hora, mas senti algo batendo forte contra o navio. Quase virou a gente várias vezes! O bicho tinha uma força absurda!
Laín perguntou:
— Era um tubarão?
Ledo balançou a cabeça:
— Acho que não. Se fosse um tubarão, o pessoal do navio ia reconhecer.
— Eu ouvi o pessoal dizendo que era uma sereia. Disseram que o bicho tinha cabelo comprido e escamas coloridas.
Lucas se espantou:
— Sereia? Sério isso?
Ledo respondeu:
— Eu também não sei, só tô te contando o que disseram lá fora.
Lucas insistiu:
— O bicho ainda tá por aí?
Ledo negou com a cabeça:
— Não, já sumiu. Fugiu rapidinho.
Laín perguntou:
— Fugiu pra onde?
Ledo respondeu:
— Eu também não sei, mas não é difícil adivinhar. Onde é que se vai quando se tá no mar? Pro fundo do oceano, claro! Deve ter uma baita resistência pra segurar a respiração, consegue ficar lá embaixo mó tempão.
Ao ouvir isso, Laín estreitou levemente os olhos. Ele sabia que quando Ledo falava em “resistência pra segurar a respiração”, ele estava se referindo ao garoto ladrão.
Laín perguntou:
— Que idade tinha essa sereia que seus "amigos" viram? Era criança ou adulto?
Ledo disse:
— Não faço ideia, eles não viram o rosto dela.
Enquanto falava, Ledo coçou a cabeça e, discretamente, fez um sinal com a mão para Laín: seis ou sete anos.
Laín assentiu:
— Entendi.
Lucas perguntou:
— Tinha mais algum detalhe sobre esse monstro?
Ledo balançou a cabeça:
— Por enquanto, não.
Lucas quis saber mais:
— Viu mais alguma coisa bizarra por aí?
Ledo disse:
— Ah, vi sim. Antes de vir pra cá, vi um garoto muito estranho, de uns seis, sete anos, tentando roubar meus remédios.
— Sério, ele foi uma das pessoas mais ágeis que eu já vi na vida. Até eu fiquei impressionado!
Laín, pegando a dica na hora, perguntou:
— Era brasileiro?
Ledo disse:
— Não, é bem difícil encontrar brasileiro naquelas bandas.
Laín perguntou:
— Então era estrangeiro?
Ledo pensou por um instante e respondeu:
— Não sei de onde ele era. Tinha a pele e os olhos bem escuros, mas não parecia negro, sabe? A cor dele parecia mais com o bronzeado forte de quem fica o dia inteiro no sol.
Laín indagou:
— E o cabelo?
Ledo:
— ... Não era preto nem loiro. Era de uma cor meio opaca, parecendo mato seco.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....