— Ele não é igual às outras crianças levadas, ele tem o poder pra sustentar essa ousadia. É habilidoso. Você realmente não precisa se preocupar com a segurança dele.
— Ele tem o Cano pra protegê-lo, além de mim, o Laín e os outros. Não importa onde ele esteja, vamos garantir a segurança dele.
— Se algo ruim tivesse acontecido de verdade, eu e o Laín não estaríamos tão calmos.
Carolina assentiu com a cabeça:
— Isso é verdade.
Enquanto falava, encostou o rosto no peito de Carlos.
— Mas eu ainda sinto muita saudade dele. Queria que ele voltasse logo.
Carlos disse:
— Ele prometeu hoje que vai voltar o mais rápido possível. Com certeza também tá com saudades de você.
Carolina respondeu:
— Uhum, eu sei. O Ledo sempre foi muito apegado a mim. Quando ele era pequeno, o Bisavô Zélio adorava levá-lo pra brincar nas montanhas do fundo de casa, e ele sempre chorava me procurando. Na família, tirando o Lucas, ele era o que mais chorava.
Antes que Carlos pudesse responder, Carolina continuou:
— Mas agora ele cresceu, quase não demonstra mais. Parece que o Ricardo e a Doce são os chorões da vez.
Carlos comentou:
— Eles cresceram, a mudança é natural. Mas a dependência com a mãe não muda. Se você sente falta dele, com certeza ele sente a sua também.
Carolina suspirou levemente:
— Hoje nem tive coragem de perguntar do Bisavô Zélio... Queria tanto saber como ele tá.
Ao ouvir isso, um brilho passou pelo olhar de Carlos.
O Bisavô Zélio... Até o momento, continuava incomunicável.
Carlos tinha tentado contatar a aldeia nas montanhas, mas o avô ainda não havia voltado para lá.
Onde ele estava exatamente? Ninguém sabia.
Para não preocupar Carolina, tanto ele quanto a avó optaram por esconder o fato.
Carlos a abraçou, acariciando gentilmente seu cabelo, e murmurou:
— Você não precisa se preocupar tanto. Olha para a reação do Ledo. Se tivesse acontecido algo sério com o avô, você acha que ele ainda estaria tão tranquilo assim?
Carolina ponderou:
— É verdade.
Carlos continuou:
— Mesmo estando longe, o foco deles sempre será você. Enquanto você estiver bem, eles com certeza ficarão bem. Se você passar mal, eles vão ficar desesperados. Então, pra eles, você é a coisa mais importante. Pra tranquilizar todo mundo, por favor, cuide bem de si mesma, mantenha o bom humor e a saúde em dia.
Carolina assentiu:
— Fica tranquilo. Prometo que não vou dar trabalho pra ninguém.
Carlos sorriu:
— Que bom.
Carolina retrucou:
— Você faz o mesmo.
Carlos assentiu:
— Tá.
O casal conversou por mais um tempo, até que Carolina disse:
— Vai lá cuidar das suas coisas, vou ver a Fausta e os meninos. De quebra, dou uma estudada no caso da Maria e vejo se a Fausta pode ajudar no tratamento dela a distância.
Carlos concordou:
— Tudo bem.
Após a saída de Carolina, Carlos voltou ao escritório.
Carlos já estava a par do incidente de Raulino; o Bruno e o Nathan tinham relatado o ocorrido.
Nathan, inclusive, mandou um vídeo do incidente.
A agressividade e a postura de Raulino no vídeo eram exatamente iguais às de quando o protegia antigamente.
Como alguém como ele poderia sofrer de amnésia?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....