Carlos rebateu na hora:
— Como assim o que existe entre nós?
Ele respondeu de maneira abrupta e com um tom ríspido.
Carolina ficou pasma:
— Por que você tá tão exaltado?
Carlos fez uma pausa.
— Eu me exaltei?
Carolina assentiu:
— Sim.
Carlos suspirou:
— ... Desculpa, acho que reagi por impulso.
Naquele momento, só estavam os dois no andar de baixo. Wagner Lemos e Isabela tinham levado Fausta e Ricardo para brincar, e os meninos ainda estavam no andar de cima.
Carolina abraçou Carlos, passando os braços ao redor de sua cintura e olhou para cima, fixando os olhos nele.
— Por que reagiu assim?
Carlos:
— ... Ele é o meu maior arrependimento. Toda vez que ouço falar nele, perco o controle emocional.
Carolina perguntou:
— Arrependimento de quê?
Carlos franziu a testa em silêncio. — ...
Carolina perguntou com um tom de voz suave:
— Eu ouvi do Bruno que antes vocês se davam super bem e só se afastaram porque os valores dele eram distorcidos.
Carlos assentiu, franzindo o cenho.
— Raulino é uma pessoa fria. Ele não respeita moralidade nem leis e só faz as coisas pelo próprio prazer. Se alguém atrapalha o caminho dele, ele não tem pena: no mínimo, destrói a pessoa; no pior dos casos, a mata.
— Ele não sente empatia por idosos ou pessoas vulneráveis, nem jamais admitirá um erro, mesmo depois de assassinar alguém.
— Ele é muito inteligente, mas carece do senso comum de convivência em sociedade. Na verdade, ele entende essas coisas, apenas despreza tudo isso. Ele sabe o que é lei e moral, mas não se dá ao trabalho de seguir.
— Nós tínhamos maneiras muito diferentes de ver a vida, e foi por isso que nos afastamos.
— Os nossos caminhos nunca poderiam se cruzar de novo.
Carolina assentiu:
— O Bruno me contou algumas coisas sobre o passado de vocês. E concordo, os valores dele são, na melhor das hipóteses, de um louco; na pior, de um psicopata, um bizarro.
— Mas... eu notei que ele parece ser bastante devoto a você. Ele até partiu para a violência contra alguém no meio da rua só porque a pessoa falou mal de você. Quase matou o cara de pancada.
— Ele perdeu a memória, mas ainda se lembra de você. E se arriscou de forma tão impulsiva por sua causa. Isso mostra o quanto você importa pra ele.
Carlos massageou a testa e, após alguns segundos de silêncio, disse:
— Ele sempre foi assim comigo. Só não demonstrava tanto enquanto andávamos juntos.
— Pra te falar a verdade, logo depois que nos conhecemos, ele já começou a agir com hostilidade em relação ao Bruno e ao Ivo, mas nenhum de nós notou, o que quase nos levou a uma grande tragédia.
Carolina franziu a testa:
— Tragédia?
Carlos suspirou:
— O Bruno e o Ivo quase morreram nas mãos dele. Por sorte o Ivo era muito perceptivo.
Carolina ficou chocada:
— Ele queria matar o Bruno e o Ivo?
Carlos:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Oops! O Ex é o Pai dos Quatrigêmeos!
nao tem mais ninguém lendo este livro. se nao tiver final nao leio mais livros ....
nao vao colocar maiis capitulos...
vão colocar final...
uma semana sem capítulos asim fica difícil...
nossa quando vão colocar os capítulos.e dar final....
nao estraguem o livro com estas gírias por favor...
nao gosto deste jeito de escrever.e ridículo...
ta demorando muito pra querida dar uma surra daquela olegaria .e está , Muller deve sr por isso que a sombra da isadora ta braba....
nao gosto desta linguagem .r ruim tao estragando o livro...
O autor deveria ver a linguagem com que escreve o livro, a escrita está como se estivesse num quintal a conversar com pessoas sem estudo. Quando se escreve um livro em que se vende tem que ter cuidado com a escrita....