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Poxa, Cara, Para de me investigar! romance Capítulo 14

Rafaela Ribas franziu os lábios, pegou o celular e abriu o saldo da sua conta.

— E isso?

O segurança esfregou os olhos, inclinou-se e começou a contar com os dedos. — Um zero, dois, três, quatro, cinco, seis...

Antes que ele pudesse terminar de contar a longa sequência de números, a garota já havia guardado o celular e entrado.

O segurança: — ...... Quanto dinheiro! Será que é alguma princesinha disfarçada?!

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Dentro da boate.

O lugar estava lotado e barulhento.

Tinha de tudo: comida, bebida, diversão.

Rafaela Ribas, com sua figura esguia, aura distinta e roupas de estudante, parecia deslocada naquele ambiente sórdido, mas, por isso mesmo, chamava muita atenção.

Assim que entrou, alguns olhares maliciosos se fixaram nela.

Uma menna?

Poderia ser uma estudante que fugiu para se divertir na boate.

Ou talvez a jovem amante de algum ricaço.

Esses homens ricos adoravam esse tipo, não é?!

Rafaela Ribas atravessou a multidão e foi direto para um canto tranquilo, onde se sentou. Seus olhos indiferentes varreram o salão.

Finalmente, na pista de dança não muito longe, ela encontrou a pessoa que procurava.

O homem, com cerca de trinta anos, tinha uma aparência respeitável e vestia-se impecavelmente. No momento, ele abraçava uma mulher curvilínea, dançando descontroladamente na pista.

Ao olhá-lo, os dedos finos de Rafaela Ribas se fecharam lentamente.

— Garçom.

Rafaela Ribas bateu na mesa e um garçom se aproximou imediatamente.

— Uma garrafa do vinho mais caro e uma caixa de leite puro.

Garçom: — ???

Vinho, eles tinham de todos os tipos, mas leite? O que era isso?

Isso era uma boate!

Uma boate para homens!

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