PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Eisódio 25

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FLORÊNCIA NARRANDO

Eu passei o dia todo dentro do meu quarto, depois que eu acabei de fazer o almoço, eu não sabia o que poderia fazer até porque eu vivo aqui dentro. Eu sei que nessa casa tem uma piscina muito boa, mais eu nunca tive o prazer de ir até ela, e também eu não saberia nadar, a verdade é que eu nunca em toda minha vida fui a uma piscina, ou a uma praia, porque no convento não tínhamos essa prioridade toda. E minha mãe quase nunca foi de sair conosco, a gente sempre viveu ali dentro, sempre vivemos criada trancada, porém como a minha irmã sempre teve esse lance de espírito livre, ela saiu com uma outra guria do convento, ela não prestava, mas minha mãe nunca percebeu que essa amizade delas era ruim, eu nunca quis falar nada, até porque esperava que minha mãe visse o que estava a sua frente.

•FLASHBACK ON•

Estava deitada na minha cama como de costume e a Flora estava se arrumando para ir farrear a noite toda, na verdade a Jéssica chamou ela durante a hora do almoço, para irem a um lugar que não sei qual era, mas a minha mãe não percebeu quando tudo isso aconteceu, até porque sempre foram bem discreta as duas, e olha que essa menina veio para o convento para se tornar freira, mais pelo que eu vi ela nunca quis essa profissão, ela quis mesmo era o mundo.

Flora: Flor, você sabe que tem que ficar quieta né? Se a a mamãe perguntar, só dizer que eu estou no jardim. - diz me olhando, enquanto ela se arrumava.

Florência: Eu não concordo com isso, você tem que ficar aqui dentro, nunca se sabe o que vai acontecer lá fora. - digo preocupada.

Flora: Não vai acontecer nada, você sabe disso, sabe que todo dia eu vou e volto. - ela diz e eu fico olhando ela se arrumando.

Florência: Eu não concordo com isso, nunca concordei de você sempre fazer isso, e ter se juntado com aquela Jéssica, foi a pior coisa que você fez em sua vida. - digo séria e ela rir, nesse momento ouvimos alguém batendo na porta.

Flora: Quem é? - ela pergunta baixinho.

Jéssica: Sou eu amiga. - ela fala e a Flora vai até a porta, ela abre a mesma e ela entra toda sorridente. - Já está pronta? - ela pergunta e olha pra Flora.

Flora: Só falta terminar de passar o batom. - ela diz e a Jéssica vai ajudar ela.

Jéssica: Ai amiga, vamos que tô louca para ver aquele gatinho, eu quero tanto dar para ele hoje. - ela diz e eu fico sem entender o que ela fala. - Ah, oi Flor, você está acordada. - ela fala indiferente.

Flora: Deixa ela, sempre será a sem sal, e nunca curte nada da vida, por isso que eu digo, qualquer hora ela diz pra mamãe que será freira. - ela diz e as duas riem baixo.

Florência: Eu não estou gostando dessa sua conversa Flora, você não tem respeito por nada na sua vida. - digo séria e ela termina de se arrumar, e as duas vão até a janela do meu quarto e pulam a janela.

Flora: Já sabe o que fazer. - diz se afastando.

sonsinha. - ela diz e gargalham juntas.

•FLASHBACK OFF•

é que eu nunca entende na minha vida, o que tanto elas falavam em dar, eu nunca compreendi isso, elas iriam dar o que para esses rapazes que elas falavam? Eu nunca quis saber sobre isso, por isso quando a Flora chegava a falar que queria me ensinar umas coisas, poucas era as coisas que eu quis saber, eu sempre fui uma pessoa de ficar no meu lugar, sem precisar saber de tudo. O que eu achei mais legal foi quando os pais da Jéssica descobriu que ela não estava cumprindo o seu dever, eu vi nesse dia, eles tiraram a mesma arrastada dali e disse que iria colocar ela em um convento mais rígido. E a madre do convento que vivíamos, indicou um que era bem rígido, só a minha irmã que não foi descoberta pela minha mãe, e acredito que se tivesse sido descoberta, não iria da em nada, a gente nunca teve dinheiro para nada. Sou tirada dos meus pensamentos quando eu vejo o Alemão ali na minha porta, o mesmo estava se segurando na mesma, porém estava muito bêbado e eu não sabia muito o que fazer, mais me preocupei com o estado dele, eu nunca tinha visto ele dessa forma, então eu me levantei rapidamente, eu perguntei se tinha acontecido algo com ele e ele fala coisa com coisa, e eu respiro fundo, eu até questionei ele, por ele está bêbado, e perguntei se ele havia se machucado, mas ele começou a falar que estava machucado, por um sentimento que não queria admitir, e eu fiquei confusa, não sabia como agir com ele, será que alguém fez alguma coisa com ele? Ou até mesmo queiram fazer mal pra ele, então eu disse que eu precisava ajudar ele, e então ele aproximou seu rosto próximo do meu pescoço, e nesse momento ele não conseguiu se equilibrar e nós dois fomos ao chão, ele ficou por cima de mim, e o mesmo acabou rindo da situação, por um breve momento eu acabei tocando seu rosto, e eu até iria rir, porém eu me contive e mantive a postura de brava com ele, então ele se levantou com dificuldade e me deu sua mão, eu segurei e ele me levantou, ele acaba me elogiando e meu rosto queima de tanta vergonha, então para mudar de assunto eu acabo dizendo que ele precisa de um banho, eu arrasto ele para o meu banheiro, e ao entrar com ele, eu jogo ele em baixo do chuveiro com roupa e tudo, ele me puxou para baixo daquela água gelada, e meu corpo inteiro arrepiou, ele olhou nos meus olhos e falou que não me merecia, e eu fiquei ainda mais confusa. Então quando ele falou que poderia me da a liberdade, mas era egoísta demais, eu sabia que eu não estava ali mais para pagar uma dívida, eu estava ali porque ele não iria me permitir ir para longe dele. E para desconversar eu acabei falando que ele estava bêbado, e então ele toca meu rosto e diz que ta bêbado mais não está louco. Então desligo o chuveiro, e pego um roupão e coloco em seu corpo, mas antes de que ele saia do banheiro, eu me abaixei e tirei a sua bermuda com os olhos fechados, eu estava com muita vergonha, mais conseguir, depois eu coloquei ele na cama e deixei ele lá, e falei que iria fazer um café, e sair do meu quarto e fui caminhando pelo corredor até que a Lu

acordada essa hora? - diz e eu continuo

Seu primo, ele está bêbado demais, e foi no meu quarto, eu acabei jogando ele no banho e ele me molhou toda. - digo e ela

Ele é louco por você, mais o machismo dele é mais importante e o ego também, homens são difícil de falar seus sentimentos, por isso ele está assim agora. - ela fala e eu fico sem entender

não sabe o que diz, e eu nem quero pensar nisso, eu estou preocupada com ele, preciso fazer um café forte, minha mãe sempre dizia que era muito bom para pessoas que estavam bêbadas. - digo e vamos caminhando até a cozinha, assim que chegamos, eu coloco um pouco de água no fogo e preparo um café sem açúcar, quando a água está fervendo, eu desligo a mesma e coloco dentro da