PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Episódio 29

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FLORÊNCIA NARRANDO

Eu acabei dormindo com a exaustão do meu corpo, mas acabei não dormindo muito, eu acabei acordando, e quando eu acordei, eu sentir uma enorme vontade de ir ao banheiro, eu estava com vontade de fazer xixi, então eu me levantei, mais estava doendo muito, era tanta dor que as lágrimas molhou o meu rosto, eu fui caminhando levemente, estava doendo muito, que assim que eu entrei no banheiro eu fui fazer a minha necessidade e meu Deus, que dor horrível, estava ardendo demais, eu não sabia o que iria fazer, mas quando acabei eu voltei para a cama lentamente, era tanta ardência que eu suspirava e as lágrimas caía sobre o meu rosto, assim que eu me deitei de novo na cama a Luísa entrou no meu quarto e assim que ela entrou ela me viu chorando e se aproximou, a mesma estava muito preocupada, ela tocou meu rosto.

Luísa: Amiga, o que aconteceu? - ela pergunta e estava doendo tanto, que eu não sabia o que responder, apenas chorei em silêncio, então ela saiu do meu quarto e quando ela saiu, alguns segundos depois ele entrou no meu quarto, eu fiquei toda vermelha, eu estava constrangida e com vergonha, então quando ele conversou comigo e depois ele saiu, minutos depois a dona Graziela apareceu ali, e veio na minha direção.

Graziela: Minha menina, o que o monstro do meu filho fez com você. - ela pergunta mais não consigo responder, era muito pecado pensar naquilo, e ainda comentar sobre.

Florência: Dona Graziela, eu não quero falar sobre isso. - digo baixinho e me viro, ficando encolhida na cama, ela tocou minhas costas, e eu suspirei e as lágrimas continuou molhando meu rosto.

Luísa: Ela não quer falar tia, o seu filho é um desgraçado. - ela diz nervosa e eu fico em silêncio, passa um tempo e ela se levanta e sai, eu fico ali com a Luísa, e segundo depois ele chega, eu viro o rosto e vejo ele.

Alemão: Aqui estão os remédio. - ele fala e se aproxima me entregando.

Florência: Obrigada, mas eu não sei como usar. - digo e ele me olha.

Alemão: Eu tenho que ir para a boca, mas leia tudo direitinho, que você saberá utiliza-los. - ele diz e sai a Luísa ao ver a bolsa de remédio, ela pega da minha mão e ao pegar ela ver tudo.

Luísa: Você e ele? - ela pergunta sorrindo. - Deixa te ajudar, mas você precisa me contar o que você tem. - ela fala e eu respiro fundo, sinto minhas bochechas queimarem.

Florência: Isso é um pecado, eu não consigo falar. - digo sentindo meu rosto quente.

Luísa: Quando você deu pra ele, não estava com vergonha, safadinha. - ela diz sorridente e eu coloco as mãos no meu rosto.

Florência: Amiga, por favor. - digo e ela continua toda sorridente. - Eu estou com dor amiga, ou melhor dizendo é uma ardência insuportável. - digo e ela sorrir.

Luísa: É normal, foi sua primeira vez, e isso sempre acontece, dói e arde muito, mais essa pomada vai te ajudar a melhorar tá? - ela diz e concordo. - Esse comprimido aqui é pra você tomar todos os dias, a partir de hoje, porque se ele for ficar com você sem capa, você pode ficar grávida. - ela diz e eu me assusto.

Florência: Como posso usar a pomada? - pergunto baixinho e ela sorrir.

Luísa: Não é vergonha nenhuma amiga, fique tranquila, que não vou lhe julgar. - ela fala sorrindo.

Florência: Então me diga primeiro como usar a pomada. - pergunto e ela sorrir.

pomada tem um pequeno coletor, você coleta a pomada, e depois você coloca na sua entrada, e aplica na região. - ela explica tudo direitinho, e eu vou colocar quando ela sair, eu tenho vergonha.

Florência: Tudo bem, e o remédio como toma? - pergunto

Luísa: O remédio, você vai tomar todos os dias, em um horário especifico, não pode errar, é todos os dias. - ela diz e eu apenas concordo. - Bom eu vou deixar você ter privacidade, qualquer coisa você grita que eu venho aqui. - ela diz e eu concordo com a cabeça, a mesma se levanta e sai do meu quarto, me deixando sozinha.

Assim que ela saiu, eu abrir a caixinha da pomada, e como ela falou havia um coletor ali, então eu peguei o mesmo, tirei ele do seu lacre e abrir a pomada, então encaixei na mesma e coloquei a pomada dentro do recipiente, assim que já tinha a base que ela falou, então como eu estava apenas de camisola, eu conseguir aplicar, o que eu sentir um alívio imediato, respirei fundo, e depois guardei tudo com a pomada, ontem eu trouxe um copo de água para beber e deixei do lado da minha cama, então peguei um comprimido daquele e bebi com um pouco da água que eu trouxe, então me deitei novamente, e assim que eu fiquei tranquila. Fiquei quieta ali até que eu conseguir dormir tranquilamente, quando eu acordei estava noite, e minha barriga estava pedindo alimento, então eu me levantei, e conseguir finalmente ficar de pé, ainda estava ardendo muito, mas eu já estava conseguindo andar um pouco, eu acho que é a pomada fazendo efeito, então eu fui até a minha penteadeira, peguei o roupão da minha camisola e coloquei, amarrei ele na frente da minha barriga e sair do meu quarto, eu estava andando devagar, afinal ainda estava doendo muito. Mas continuei caminhando, eu fui descendo as escadas, e fui descendo a mesma, então assim que eu desci na mesma eu fui até a cozinha, eu estava com fome, então assim que eu cheguei na mesma, a dona Graziela estava ali, ela ao me ver sorrio.

Graziela: Oi minha linda. - ela diz sorrindo e se aproxima, ela toca meu rosto.

Oi dona Graziela. - digo

Meu filho te bateu foi isso minha menina? - ela pergunta

Não, ele não me bateu não, fique tranquila. - digo sentindo minhas

Eu não entendo. - diz me olhando então eu me sento no balcão, e ali tinha algumas comidas. - Fique a vontade para comer se tiver fome. - ela diz e eu acabo sorrindo, então quando peguei um prato para colocar minha comida ele chegou ali, e eu sentir um arrepio por toda o meu corpo, ele se aproximou

Mãe, coloca um pouco de comida pra mim, eu vou tomar um banho e já volto. - ele diz e sai dali, eu continuei colocando o meu comer e quando acabei de por, eu me levantei e fui para a mesa, me sentei ali, e logo ele desceu, e a Luísa veio logo atrás, assim que ele se aproximou a dona Graziela estava terminando de fazer o

Amiga. - ela diz sorrindo, então ele se senta na mesa e olha nos meus

melhor? - ele pergunta e a Luísa se senta do