PRESA COM O TRAFICANTE (MORRO) Episódio 08

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ALEMÃO NARRANDO

Mas sabe o que não sai da minha cabeça, como ela é gêmea se não tem outra igual a ela no morro? Isso não sai da minha cabeça, e eu não vou deixar ela se fingir que é outra pessoa, ela não vai me fazer de idiota, porque eu não sou nenhum idiota, o MG até me falou que já tinha visto elas duas juntas, mais talvez ele mesmo esteja inventando tal coisa, por provavelmente que tenho quase certeza que ele já passou o pau nela, por isso quer encobrir essa safadeza, mas eu não vou ceder, eu vou continuar fazendo isso, e ainda vou me aproveitar do corpo dela, aquela cachorra imunda, putinha que se faz de santa, que se faz de boa moça, eu vou esfolar essa Flora, mas primeiro eu vou deixar ela ai cuidando da minha casa, ela vai ser minha empregada, e quando eu não quiser mais, e ela ter completado sua dívida com serviços domésticos e com seus serviços na cama. Eu fiquei pensando e pensando sobre o assunto, e o que achei melhor é que eu vou tirar o vapor da porta da casa da mãe dela, essa puta quer me confundir, mas ela não vai conseguir, eu vou matar ela se ela vacilar comigo, eu estou de saco cheio de tantas pessoas acharem que eu sou algum idiota ou tem escrito trouxa na minha testa. Fiquei com minha cabeça tão confusa, porque convenhamos que ela não existe, e que ela ta me fazendo de imbecil, então estava na minha sala marolando quando eu peguei meu rádio e bipei o vapor.

•RÁDIO ON•

Rato: Fala patrão.

Alemão: Pode deixar seu posto, não precisa vigiar mais não.

Rato: Certeza patrão?

Alemão: Tenho sim, pode circular.

Rato: Falo chefe.

•RÁDIO OFF•

Então assim que eu desliguei eu fumei mais um pouco, continuei arrumando as papeladas, e ainda tenho que ver com o Henrique se ele organizou o baile como combinamos, preciso ver tudo isso como está sendo desenvolvido, porque eu vou comer geral, eu respirei fundo, depois que eu terminei o meu fininho, eu dei uma risada, e acabei de organizar a papelada, nesse momento o MG apareceu ali sorridente, capaz dele ter comido alguma puta por ai, é isso que ele faz e ainda chega sorridente, eu olhei pra ele, e ele me olhou ele sabia que eu tinha marolado, porque eu não reclamei da batida dele na porta.

MG: Quando é que você vai parar de usar essas porcarias? - pergunta sério. - Você sabe que quem vende não usa porra. - ele diz e dou risada.

Alemão: Cala a boca porra, eu faço o que eu quiser da minha vida. - digo sério. - Mas comeu quantas que tu tá todo sorridente. - pergunto dando risada.

MG: Eu acabei de sair com a Michele, aquela puta que vive dando mole pra todo mundo no morro. - ele diz rindo.

Alemão: Aquela nojentinha? Ela já passou na mão do pai aqui. - digo rindo, e ele revira os olhos.

MG: Eu sei que você já pegou todas do morro, mas também não precisa humilhar né seu filho da puta. - ele diz e continuo rindo, eu me levanto e vou caminhando pela minha sala, me encosto na frente da minha mesa.

Alemão: Não é novidade pra ninguém. - digo sorrindo. - Mas vou aproveitar e vou na casa da Mirela, eu vou comer ela, porque eu tô precisando, porque amanhã tem bailão e eu quero ir e comer várias lá, mas antes eu vou passar meu pau naquela puta, que se acha a melhor de todas, que desce e sobe esse morro dizendo que é minha fiel, eu dou risada disso, mas tenho que ensinar a ela e as demais que eu não tenho fiel nesse caralho. - digo sério e caminho rumo a porta.

MG: Tu sabe que só da errado essas putas que bancam as fiel, e ainda saem pegando na porrada essas outras que não tem nada haver. - diz

Alemão: Por isso mesmo, que eu vou dar um corretivo nelas amanhã na hora do baile pra Vanessa e pra Mirela parar com essa porra. - digo sério.

MG: Sai de baixo quando você fala essas coisa. - diz sorrindo, então saiu da boca e vou até a minha moto, assim que ligo a mesma, a vagabunda da Mirela aparece ali, ela sorrir e caminha na minha direção.

Mirela: Oi, gatinho. - ela diz se insinuando.

Sobe ai porra. - digo e ela sobe. - Vou te comer em um dos meus barracos, depois você pode circular. - digo e acelero a moto, ela segura no meu ombro com força e eu vou acelerando mais rápido e não demoramos para chegar na rua 4, estacionei a moto na frente do meu barraco e descemos, coloquei ela pra entrar no barraco primeiro, e assim que ela entrou eu seguir em seguida, ela estava toda animadinha, então me aproximei dela e bati na

O que foi que eu fiz? - ela pergunta com a mão no rosto e eu

Vem que vou te comer. - digo sorrindo, eu vou deixar para bater nela quando eu terminar de comer ela, então caminho para o sofá, eu tiro minha roupa, e me sento. - Chupa aqui sua cachorra. - digo e ela sorrir, ela caminha como uma cachorra no cio e se ajoelha na minha frente, ela coloca ele na boca e começa

adoro esse seu jeito selvagem. - diz enquanto ela sobe e desce a mão no meu pau, ela coloca a boca e começa a chupar com vontade e

terminou de me chupar, eu coloquei duas camisinhas no meu pau e fiz ela sentar com força, ela sentou e ficou subindo e descendo rápido, eu tirei ela de cima de mim, joguei ela por cima do sofá de quatro e comecei a fazer com força e com vontade, eu estava um pouco chapado, mas continuei empurrando dentro da buceta dela, até que eu gozei, então eu sair de dentro dela, e ela implorou para que eu voltasse para que ela pudesse gozar, então eu olhei sério pra ela, peguei minha bermuda tirei algumas notas e joguei em cima dela, mas antes eu me aproximei dela e puxei no seu cabelo, eu disse pra ela que a próxima vez que eu souber que ela ta pagando de minha fiel no morro o bagulho vai ficar louco, o caldo vai entornar pra cima dela, e ela viu que eu não estava para brincadeira, então mandei ela se vestir e vazar e ter cuidado na caminhada dela, então fui até o banheiro depois que ela saiu, tirei a camisinha e joguei na privada, eu dei descarga e entrei no box, tomei um banho rápido e vestir a minha roupa, eu sair do meu barraco e encontrei os cara na rua, eu já estava de partida para minha goma, quando eles se ofereceram para ir fazer a larica na minha goma, então seguimos para lá. Assim que chegamos estacionamos nossas motos e entramos para dentro, fomos direto para a cozinha, e assim que entramos eu sentir um cheiro gostoso, era a comida que estava incendiando todo o ambiente, a casa estava limpa e assim que eu entrei na cozinha já fui fazendo meu prato e os cara também, então nós sentamos e começamos a comer, quando de repente ela chega na cozinha, eu olhei pra ela e ela abaixou a cabeça, ela foi para a despensa e eu me levantei e fui atrás dela, assim que cheguei eu puxei ela e colei seu corpo contra o meu, e cheirei os seus

Eu gosto assim Flora. - digo

não sou a minha irmã. - ela diz, e se solta