Eason falou com firmeza, dando a Gina uma sensação suficiente de segurança. Ela acreditava que com ele por perto, não precisava ter medo de nada.
Assim como Yvette disse, a única razão pela qual algo assim aconteceu há seis anos é porque ele estava no hospital, sem nenhuma maneira de protegê-las, e não aconteceria de novo, pois agora ele está por perto e não haverá perigo, certo?
Mas depois ela descobriu que ainda subestimava Mulan...
No meio da noite, Eason e Gina estavam deitados ao lado de Bianca, contando histórias para ela, que sorriu feliz e disse: "Com a mamãe e o Tio Lindão comigo, tô muito feliz."
Ouvindo suas palavras, os dois sentiram-se confortados. Eason olhou para a garotinha e pediu em tom sério: "Bianca, não me chame mais de tio, apenas me chame de papai."
"Você quer ser meu papai?"
"Não é que eu queira ser seu pai, é que eu sou seu pai", explicou ele seriamente,
mas a menina fez beicinho e perguntou confusa: "Minha mãe não te disse que meu pai morreu em um acidente de carro?"
Hum...
Quando se tratava disso, ele queria estrangular Gina. Que mulher sem consciência, por amaldiçoá-lo assim.
Ela estava prestes a explicar, mas então a menina bocejou, e disse preguiçosamente: "Não quero mais ouvir histórias, não, tô com tanto sono... Quero dormir."
"Bem, então vá logo dormir. Deixe a mamãe cantar uma canção de ninar pra você, tá bem?"
"Tá bom."
Bianca obedientemente fechou os olhos, ouvindo sua mãe cantar para ela e, após um tempo, adormeceu.
Então, os dois saíram dali e voltaram para o seu quarto, e Eason logo pressionou Gina sob seu corpo.
"Sua menina má, como ousa me amaldiçoar de morte na frente da nossa filha! Vou te ensinar uma lição."
Ao dizer isso, ele não deu a ela nenhuma chance de resistir, apenas a beijou com força, o que a fez sentir cócegas e dor.
"Você ainda se atreve a amaldiçoar seu futuro marido, hein?", ele a pressionou e perguntou.
"Não me atrevo mais a fazer isso", disse logo ela, implorando por misericórdia.
Ele sorriu como se tivesse conseguido o que queria, e então a beijou nos lábios, deixando um chupão em sua clavícula, provocando sensibilidade em seus nervos, e seu corpo não pôde evitar formar uma curva perfeita sob ele.
Neste momento, ela sentia-se suave como uma gota de chuva que fluía na direção do mar dele, sem deixar sequer um rastro ou som. Ela não tinha consciência alguma e era completa e passivamente guiada por ele.
Seguindo os lábios, sentimentos e beijos dele, que cada vez estavam mais intensos, sua mente estava completamente vazia, e seu corpo inteiro flutuava.
Será que era porque a habilidade dele é muito grande ou ela que é muito inútil?
Ele percebeu sua falta de ar e então seus beijos intensos tornaram-se suaves. A sensação equiparava-se com o conforto do sol após a chuva, misturado ao suor.
No entanto, há pouco ainda havia ondulações de movimentos mais fortes, causando ondas e ondas de marés altas,
e ele não queria e não conseguia parar.
Gina suava, sentia que não conseguia nem se mover deitada na cama, olhou para ele e reclamou: "Eason, já se passaram tantos anos e você ainda é um animal."
Ele sorriu ao ouvir isso, olhando para ela e perguntando: "Por que não diz que é você que é charmosa demais?"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Reencontro