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Reescrevendo o destino romance Capítulo 455

“Certo, vamos seguir o plano de Zac e tirá-lo do hospital. Farei o meu melhor para apoiá-lo.”

No fim, concordou.

James olhou-a; demorou-se um pouco, mas disse: “Obrigado, mãe.”

Depois de resolver aquele assunto, não perdeu tempo e marcou um encontro com seus amigos.

...

Fernanda, enquanto isso, continuava sob vigilância ao mesmo tempo em que tentava entrar em contato com Christopher.

No início, suas ligações foram ignoradas.

Apesar disso, persistiu e continuou tentando.

Felizmente, depois de várias tentativas, o rapaz enfim respondeu.

Com um tom de voz cansado, perguntou: “O que foi?”

Suprimindo seu aborrecimento, a jovem perguntou com preocupação: “Por que não me atendeu mais cedo?”

Estava irritada, mas enfim conseguira entrar em contato, então prosseguiu com cautela.

Christopher estava sentado na frente do pai, o viva-voz entre os dois.

Evitando contato visual com o homem, sussurrou: “Não estava me sentindo bem e estava sem meu celular. Acabei de ver que me ligou.”

Fernanda pareceu aceitar a explicação e perguntou com ansiedade: “Está tudo bem, Chris? Como se sente?”

Mantendo a compostura, o rapaz olhou para Michael, que fez um sinal para que prosseguisse, então pigarreou e respondeu: “É só um resfriado. Fui ao hospital, mas já voltei.”

A jovem não tinha certeza de como reagir àquelas palavras.

No entanto, o homem que a observava ficou impaciente e a cutucou com um bastão.

Assustada, sentia seu coração disparar com qualquer movimento dele.

E ao ver a expressão ameaçadora naquele rosto, cerrou os dentes e disse: “Estou preocupada com você. Por que não volta para Northland para que possamos ficar juntos?”

Embora não fizesse muito sentido, demonstrou estar preocupada mesmo assim.

Christopher franziu a testa, e até seu pai olhou para o telefone.

O rapaz tossiu, então se recompôs e propôs: “Por que você não vem para Riverdon? Posso pedir que alguém vá te buscar.”

Fernanda ficou em silêncio, sua mente acelerada.

A pessoa que segurava o bastão entregou-lhe um bilhete. Depois de examiná-lo, ela perguntou com esperança: “Você pode vir me buscar? Quero voltar para aí, mas tenho medo...”

Christopher hesitou antes de concordar com a cabeça.

Temendo uma resposta negativa, lutou contra as lágrimas e admitiu: “Nossa situação em Riverdon estava tensa. Tenho medo das fofocas acerca da minha família, tenho medo do que os outros podem fazer se eu voltar sozinha.”

“Com certeza”, afirmou a voz do outro lado da linha.

Fernanda perguntou depressa: “E quando você vem?”

Temia a vigilância constante de Flávia. Mesmo que a deixasse dar um passeio no quintal, sabia que continuaria sob vigilância. Era insuportável.

Sem demora, ele respondeu: “Vou trazê-la de volta para o nosso casamento. Não ia gostar que eu deixasse tudo sem planejar, né?”

A jovem assentiu grogue em concordância.

Quando desligou, percebeu que sua pergunta ficou sem resposta e foi recebida por olhares furiosos dos dois homens.

“Não vai ligar de volta e perguntar quando ele vem? Quer que continuemos te vigiando para sempre?”, zombou um deles

Sentiu-se angustiada, mas manteve a compostura; balançou a cabeça e respondeu: “Não, não sei. Como Christopher não disse nada, eu não deveria insistir.”

Fernanda pediu que um dos homens informasse Flávia que havia conseguido e também pediu para ver Kaique.

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