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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 217

Na casa de Tainá.

Após o jantar, o professor Fábio perguntou:

— Vai para a empresa hoje?

— Não vou. Mas se você quiser ir, o Lino pode te levar.

— Ah, deixa para lá. Se você não for, eu também não vou. Fico trabalhando de casa mesmo, até economizo o tempo de deslocamento.

Qualquer problema, ele resolveria por telefone com o editor-chefe.

Agora, Tainá ia à empresa apenas às terças e quintas-feiras à tarde, além dos finais de semana. A carga de estudos estava muito pesada.

Qualquer imprevisto na empresa seria tratado por telefone.

Então, Tainá e o professor Fábio engataram nos estudos e no trabalho.

Como Jonas estava em casa, ele e Suzi foram dar uma volta no mercado noturno após o jantar.

A presença do professor Fábio era como ter um dicionário vivo ao lado. Ele não só tirava as dúvidas das matérias de linguagens na mesma hora, mas também atuava como um supervisor rigoroso.

Sempre que a preguiça batia, um simples olhar para o professor ao seu lado já bastava para que ela focasse novamente, aumentando consideravelmente sua produtividade em relação a quando estudava sozinha.

Pouco tempo depois, Ana apareceu. Ela trazia algumas dúvidas para tirar com o professor.

Eles moravam no mesmo condomínio, a apenas alguns prédios de distância, então em poucos minutos ela já estava lá.

Após tirar as dúvidas, ela precisava correr de volta.

— Não pode ficar e estudar aqui com a gente? — perguntou o professor Fábio.

— Não posso. Já que estou recebendo pelo meu trabalho, não posso me ausentar por muito tempo durante o meu turno.

Mas tenho permissão da senhora para estudar por umas duas ou três horas todas as noites.

Logo o relógio marcou nove horas da noite. Tainá terminou de se preparar para dormir, quando seu celular tocou.

Nesse horário, as ligações costumavam ser de William Queiroz ou de Gustavo.

Eles sabiam que Tainá estaria estudando, então só ligavam quando sabiam que ela estava livre.

— A Família Torres buscou a Laura. Pelo que ouvi, ela desmaiou no centro de detenção.

Conseguiram arranjar o cumprimento da pena em liberdade condicional, alegando necessidade de tratamento médico.

Que talento para encontrar brechas na lei.

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