A Pinguim Tech poderia usar os seus contatos em outros países para promover melhor o jogo e ganhar dinheiro em todo o mundo.
Era uma situação em que todos ganhavam e, claro, viável.
Leonardo Ribeiro propôs duas alternativas. A primeira era que os custos de promoção e de outros procedimentos fossem divididos ao meio, e os lucros futuros continuariam na proporção de trinta a setenta.
A segunda alternativa era que a Pinguim cobrisse todos os custos, mas o Grupo Céu Azul teria que ceder 20% dos lucros.
Em outras palavras, o jogo em si era o produto, a Céu Azul pagava os custos de produção, a Pinguim pagava os custos de venda, e os lucros eram divididos ao meio.
Agora eles já eram parceiros antigos; essas duas opções eram razoáveis. Mas, analisando o contrato com mais atenção, havia um problema.
A cláusula final dizia: Este jogo é produzido e distribuído pela Pinguim Tech.
Por isso, Lúcio e Tainá decidiram aceitar a segunda alternativa, com a condição de que a Céu Azul Tech fosse listada como a produtora do jogo.
Isso tinha a ver com a reputação da Céu Azul Tech no cenário internacional.
Esse problema podia parecer pequeno agora e sem importância, mas se o jogo fizesse sucesso mundialmente, o impacto seria muito maior do que qualquer publicidade paga.
Por isso, tinha que ser mudado.
Ao mesmo tempo, com as modificações e inovações de Tiago e da equipe nos últimos tempos, o Jogo da Fazenda já estava maduro.
A seguir, eles teriam que concentrar a maior parte de sua energia no desenvolvimento das Crônicas do Submundo.
Assim que viram esse jogo, Tiago e os demais se interessaram imensamente.
Era um mundo de aventura místico, fantástico e cheio de paixão.

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