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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 710

'Oh. Estou tão assustado.'

Respondeu um homem rechonchudo, com desprezo.

'Soltem-me de uma vez. Do contrário, ligo para a polícia.'

'Vá em frente, não estou vendo como vai chamar a polícia.'

Hahaha...

O grupo que o cercava riu em resposta.

'Suas mãos estão atadas, e ela ainda vai chamar a polícia? Estou morrendo de rir.'

'Me deixem sair! Se não, eu grito por socorro!'

'Grite, eu quero ver você gritar!'

Aquele gorducho pegou uma corda grossa e me bateu com ela.

'Ahhhh!'

'Ainda vai gritar por ajuda?!'

Aquele foi o instante em que entendi, pedir ajuda não faria nada; seria melhor poupar meu fôlego...

Helena chorava de coração partido enquanto ouvia, dizendo: — Isso era o destino, o carma dela.

Tainá não esperava que a tia Helena fosse tão supersticiosa.

— No entanto, as coisas acontecem por um motivo. Pense pelo lado bom, depois desse percalço, a Débora pode treinar bastante nas artes marciais no futuro e ser muito cuidadosa, o que não é necessariamente algo ruim.

Se a vida nos dá tudo nas mãos, não aprendemos através de adversidades, e com o tempo, ficamos fracos e imprestáveis.

Assim como eu, no passado: se não fosse pela Laura, que fez com que me botassem para fora, e se eu tivesse uma vida só de flores, eu seria muito fraca.

— Tem razão, nossa Débora foi bem tratada demais.

— Já que tudo foi resolvido, acho que eu já vou indo.

Tainá se despediu.

— Ai, passamos a noite em claro; você também precisa de um bom descanso.

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