— Se você estiver interessado, também pode investir.
O Sr. Branco imediatamente se animou. Ele disse alegremente:
— Obrigado, eu acredito em vocês. Se falharmos, estou disposto a arcar com as consequências.
A defesa de sua organização era renomada internacionalmente, então se Tainá e os outros fossem se desenvolver internacionalmente no futuro, inevitavelmente precisariam deles.
De qualquer forma, precisavam do máximo de capital possível desta vez, então não tinha problema deixá-lo tirar algum proveito no processo.
Nos negócios, os interesses vêm primeiro. Se nunca houvesse ajuda mútua, não conseguiriam continuar sendo amigos.
— Quanto de capital vocês estão preparando desta vez?
— Para dizer a verdade, sem contar o de Carlos Xavier, planejamos arrecadar cem bilhões nós mesmos.
— Certo, então vou investir um décimo disso, 10 bilhões.
— O Sr. Branco é muito generoso. Só uma dúvida, esse dinheiro é pessoal seu ou em nome da sua empresa?
— Posso arrecadar um terço pessoalmente, o resto é pela empresa. Que olhar é esse? Pessoalmente falando, eu não sou tão rico quanto vocês!
— Sério?
— Claro que é verdade.
— Qual o seu prazo específico?
Já que estavam falando de negócios, era melhor deixar claro hoje.
— Cerca de vinte dias.
— Vou voltar e fazer alguns preparativos. Se possível, irei com vocês. As questões de segurança ficam por nossa conta, vocês só precisam se concentrar nas transações.
Ele também queria observar o estilo dessa Musa das Finanças nacional desta vez.
— Tudo bem, ter o Sr. Branco nos acompanhando o tempo todo nos deixa muito mais tranquilos.
Tendo negociado o negócio, o Sr. Branco sentiu que hoje não tinha sido uma viagem perdida. Pelo resto do tempo, ele apenas esperaria para assistir ao show e relaxar.

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