Depois que eles saíram, o grupo de Tainá continuou a comer, beber e conversar.
— Essa sua tia é realmente interessante.
— comentou o Sr. Branco.
— Desculpe a vergonha.
— Ah, hoje em dia, que família não tem alguns parentes insuportáveis?
Do outro lado.
Depois que o casal Lopes deixou o lado de Tainá, voltaram para a mesa onde Jéssica estava. Antes mesmo de se sentarem, Helena viu de relance o Patriarca Índigo e sua esposa acompanhando e conversando com Lorenzo Silva.
— Felipe, será que não devíamos ir até lá e cumprimentar o Jovem Mestre Silva também?
Felipe seguiu o olhar da esposa e lançou um olhar naquela direção: — Ele é da geração mais jovem.
Já não bastava ele não tê-lo cumprimentado antes, por que ele iria correr lá para bajulá-lo?
— Mas no mundo dos negócios, a idade não importa. O que importa é ter valor.
— aconselhou Helena.
— É verdade, pai.
Jéssica abaixou a voz. — Aquele Jovem Mestre Silva é muito talentoso, agorinha mesmo ele derrotou aqueles dois com um só golpe.
E ainda convidou duas figuras de peso, que estão para chegar.
Ela deu a entender claramente o que queria dizer, e seus pais, é claro, entenderam na mesma hora.
Felipe acabou assentindo; no mundo dos negócios era mesmo assim, ele estava sendo antiquado.
— Jovem Mestre Silva, não, Sr. Silva, não, Presidente Silva...
Helena cumprimentou Lorenzo de forma incoerente.
Enquanto isso, depois que o Patriarca Índigo terminou de cumprimentar Lorenzo, foi educadamente levado a um assento e tratado com a mais alta consideração.
Neste momento, Lorena apontou para uma direção: — Pai, mãe, olhem...
O casal Índigo olhou na direção que a filha apontava.

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