Com a partida do Diretor Cavalcante, Tainá e seu grupo se tornaram os vencedores absolutos.
Enquanto isso, todos os esforços recentes de Lorenzo e Igor se transformaram em uma piada.
— Não imaginava que o apoio do irmão Lúcio fosse ainda mais forte.
Disse o Sr. Branco.
— O principal é que estamos do lado da justiça.
Caso contrário, por mais fortes que fossem os contatos, eles não teriam vindo.
— Foi você quem contatou o Diretor Cavalcante?
Tainá perguntou a Lúcio.
— Yun Dong ajudou a contatar.
A essa altura, aqueles chefes já estavam ansiosos para mudar de lado, vindo até Tainá para estabelecer contatos e discutir parcerias.
Já que o apoio do jovem mestre estrangeiro havia sido levado embora e a Associação de Finanças não iria mais acontecer, de que adiantava continuar bajulando ele?
Talvez eles até dessem o fora daqui a pouco.
— Lúcio é o Lúcio, o Sr. Igor simplesmente não é páreo para ele.
— O Rei das Sombras da Capital daquela época não perderia tão facilmente, não é?
— O jovem mestre estrangeiro achava que o nosso mercado seria fácil de controlar? Acabou levando um belo tapa na cara.
...
O tom das conversas dos convidados havia mudado de lado mais uma vez.
O espaço ao redor de Lorenzo e Igor, que há pouco estava lotado de pessoas, agora estava vazio e silencioso.
Lorenzo, em especial, sentia-se enojado e frustrado, como se tivesse engolido uma mosca.
Era a primeira vez que ele era humilhado em público, e logo ali, no país que ele sequer levava a sério.
Ele olhou, impotente, para Igor: — Você não disse que aquele cara era superpoderoso? Como ele foi levado embora sem mal conseguir dar dois passos?
— E como eu ia saber que o Diretor Cavalcante viria?
Igor também estava furioso, não é?
Ele até parecia estar com vontade de chorar. — O Diretor Cavalcante não costuma aparecer; ele nunca se envolveu pessoalmente antes.
Se aquele trunfo estivesse arruinado, ele nem sabia o que o avô faria com ele.

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