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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 849

— Transfiram.

— Não transfiram.

— Só sigo as ordens da minha chefe.

Ciro Medeiros disse com um sorriso, e casualmente transferiu o dinheiro.

Lúcio ficou com a expressão séria, mas não havia nada que pudesse fazer.

Embora os dois tivessem oficializado o namoro, quando se tratava de uma grande quantia de dinheiro, era melhor manter tudo separado. Mesmo que se casassem mais tarde, em grandes questões, Tainá ainda planejava dividir tudo meio a meio.

Uma pequena distância era necessária para manter um longo relacionamento.

Dessa maneira, Lúcio teria controle absoluto de seus próprios bens, e Tainá poderia usar a própria riqueza da maneira que preferisse.

Muitas disputas e inúmeros conflitos poderiam ser evitados.

Além disso, ninguém poderia garantir que o romance nunca teria problemas para o resto de suas vidas.

E, caso acontecesse o pior, ambos ainda poderiam se separar de maneira amigável.

Após todas as providências terem sido resolvidas, os membros do grupo passaram mais uma noite no hotel e só voltaram para suas respectivas casas na manhã seguinte.

Antes de Carlos Xavier partir, ele perguntou a Tainá: — Você vai para a escola hoje? Quando devemos entregar nossos presentes a eles?

— Hoje é sexta-feira, e ainda tenho muitas coisas para fazer quando voltar, então não pretendo ir à escola. Vamos descansar no fim de semana e ir depois disso.

Que tal se nós os entregarmos a eles juntos quando almoçarmos na segunda-feira?

Já que tiveram a rara oportunidade de ir ao País M, os dois trouxeram presentes para vários colegas.

Tainá comprou o mais novo modelo do smartphone da Fruta para cada pessoa, enquanto Carlos Xavier comprou um laptop para cada.

Cada presente custava alguns milhares, o que para os colegas já podia ser considerado muito valioso.

Tainá também se dirigiu a Ciro Medeiros e disse: — Não vá trabalhar hoje também. Vá para casa descansar, você volta na segunda-feira.

A viagem também foi difícil para ele. Todas as contas de Tainá dependiam da organização dele. Se fossem despesas pessoais ou relatórios da empresa destinados a Tainá, ele cuidava de tudo.

O rapaz era detalhista, de pés no chão, trabalhador duro e homem de poucas palavras, características que agradavam Tainá.

Portanto, para essa viagem ao País M, Tainá lhe deu uma recompensa especial de um milhão de reais. Isso sem contar o pouco de dinheiro pessoal que Ciro investiu, que também havia multiplicado cinquenta vezes.

— Muito obrigado, chefe!

No caminho de volta, Tainá virou-se para Lúcio: — Desta vez, combinando todos os nossos bens, já podemos nos considerar as pessoas mais ricas da República de Áquila, certo?

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

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