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Do outro lado, Valentina Cavalcanti arrumava sua pequena mala em casa.
Lucas Lemos e Beatriz Meirelles haviam convidado a amiga para ver as lavandas. Eles passariam algumas noites viajando, então ela aproveitou o tempo livre para arrumar a bagagem sem pressa.
Ao mesmo tempo, na casa dos Meirelles.
A cama de Beatriz estava cheia, com vestidos de várias cores espalhados, mostrando claramente que ela preparava as coisas para uma viagem. Marina Meirelles subiu as escadas e, ao ver aquilo, perguntou curiosa: — Onde você vai?
— Ver as lavandas com o Lucas e a Valentina.
Os olhos de Marina brilharam: — Vocês já fizeram as pazes?
— Faz tempo. — Beatriz respondeu e logo avisou em voz baixa: — Mas não a chame de Val.
Marina franziu a testa, sem entender: — Por que não?
— Quando a Valentina era pequena, ela colocou na cabeça que só o Henrique podia chamá-la de Val. Todos os outros familiares e amigos tinham que chamá-la de Valentina. Mas adivinha? O Henrique nunca a chamou de Val nenhuma vez. Já os amigos e a família continuaram seguindo essa regra até hoje.
Ao ouvir isso, Marina murchou na mesma hora: — Já era, então. Acho que a minha torcida para eles dois ficarem juntos não tem futuro.
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Na manhã seguinte, o telefone de Leonardo Cavalcanti foi o primeiro a tocar.
Leonardo atendeu a ligação, endireitando as costas no automático. Ao terminar de escutar, foi direto para o quarto de Valentina.
Valentina estava arrumando o quarto antes de sair.
— Maninha, você pode ir a mais um encontro às cegas? Tenho um amigo que te admira muito e pediu várias vezes para sair com você.
Valentina não pôde deixar de suspirar: — Outro encontro?

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