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Renascida Para a Vingança: O Magnata Vai Rastejar romance Capítulo 679

A véspera de Ano Novo estava agradável e o Solar dos Bittencourt estava iluminado. Lanternas vermelhas enfeitavam a entrada da grande propriedade, e a grande mesa redonda estava cheia para a ceia.

A família de Heloísa Bittencourt também estava presente, e Sophia Bittencourt brincou com Kiki antes do jantar.

Valentina sentou-se ao lado de Henrique, e o seu olhar inevitavelmente caiu sobre Dante, sentado sozinho do outro lado.

Há muito tempo sem vê-lo, Dante parecia ter uma aura distante de quem estava vagando, com uma expressão calma, retornando sozinho e sem nenhuma companhia feminina.

Valentina planejava perguntar casualmente como ele estava durante uma pausa na conversa.

Enquanto os empregados serviam os últimos pratos principais, o Sr. Elias sorriu: — Vamos começar...

— Espere, pai... ainda falta uma pessoa. — Quando todos pegaram os pauzinhos, Dona Adelaide disse, sem jeito.

Kiki já havia pegado a sua própria colher e, ao ouvir a avó dizer isso, babou.

Naquele momento, passos leves ecoaram na entrada, e o mordomo se aproximou para anunciar: — A Srta. Mendes chegou.

Valentina sentiu um aperto no peito e estremeceu.

Ela não esperava que Dante e Letícia ainda estivessem juntos.

Letícia entrou sorrindo. Ela usava um casaco branco e um cachecol vermelho.

Valentina olhou rapidamente para o rosto de Henrique, notando que ele olhava na direção de Letícia sem nenhuma expressão.

Percebendo o olhar da esposa, Henrique sorriu, inclinou-se na direção dela e tocou as costas de Valentina por trás da cadeira do bebê, como se a confortasse.

— Dante e Letícia já casaram no exterior.

Dona Adelaide olhou para o filho mais velho e explicou: — O seu irmão me confessou isso há pouco, eu também acabei de descobrir.

Todos viram a cena e ficaram surpresos, sem esperar que Valentina reagisse daquela forma.

Letícia era ex-namorada de Henrique e agora se tornava a sua concunhada, então Heloísa achou que não era de se estranhar o desconforto de Valentina.

A comida de Kiki voou longe, mas ele ainda segurava a colher firme. Ele disse, magoado: — Bebê tá com fome... fome...

O Sr. Elias apressou-se a dizer: — Vamos comer, não deixem o bebê passar fome.

Valentina: — Nós já estamos satisfeitos.

Kiki ficou tão surpreso que largou a colher. Normalmente, sempre que dizia estar com fome, a mãe lhe dava algo para comer. Hoje, antes mesmo de dar uma mordida, a mãe disse que ele estava cheio.

— Bebê não tá cheio... cheio... — Kiki deu tapinhas na sua barriga redonda. Ele olhou para baixo e percebeu que, apesar da fome, a sua barriga ainda estava redondinha, por isso a mãe achou que ele estivesse satisfeito.

A fome foi esquecida pela novidade. Kiki abriu os dedinhos curtos e começou a apertar a própria barriga. Não importava o quanto apertasse, a barriga voltava ao normal. Ele ficou cada vez mais concentrado, lutando contra a própria barriga de forma fofa.

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