"Claro que sim, meu filho é herdeiro do Xande, no futuro tudo que é da Família Paiva vai ser dele."
Depois de um dia cheio, Xande chegou em casa e encontrou esposa e filho, todo feliz abraçou Carla com força. Já no corredor, os dois começaram a trocar carinhos e risadinhas.
Carla, meio brincando, empurrou Xande e lançou um olhar de canto.
"Você só fala, fala... Luna está lá na empresa correndo pra organizar o casamento, enquanto a Jessica ainda é gerente do Grupo Paiva e comanda o Grupo Fernanda como chefe. O que você realmente deixou pro nosso filho?"
"Isso é só por enquanto. Quando você me der um meninão, o cargo de gerente, o Grupo Fernanda, tudo vai ser do nosso filho."
Xande se aproximou, deu um beijo no rosto de Carla e deixou a mão escorregar.
Carla segurou a mão dele.
"Estamos no período perigoso, não pode! E para de enrolar, olha como o Grupo Fernanda só cresce. Você acha mesmo que a Jessica vai devolver pra gente? Investimos tanto dinheiro ali e no fim foi pra outra pessoa se dar bem."
"Ah, Jessica ainda é só uma menina. Se eu consegui entregar o Grupo Fernanda pra ela, também consigo pegar de volta... Ela só precisa administrar bem, e a gente só aproveita o lucro."
Xande deu uma risada fria, abraçado em Carla, sentindo o sangue ferver. Beijou de novo a mulher. "Querida, hoje eu estou cansado e meio mal, não vamos até o fim, só relaxa um pouco comigo, tá bom?"
Carla pensou em recusar.
Mas vendo a confiança de Xande, um sorriso apareceu nos lábios dela.
É verdade.
Deixa a Jessica administrar o Grupo Fernanda por enquanto, pegar todos os incentivos do governo.
Depois, quando o Grupo Fernanda estiver no auge, eles pegam de volta e colhem o sucesso.
Xande não era tão bobo assim.
Ela riu, segurou a mão de Xande.
"Bobo... Vamos pro quarto."
"Vamos."

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