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Sabia que Assediar a Noiva dos Outros é Ilegal? romance Capítulo 219

À noite, depois de acomodar sua mãe, Kátia dirigiu até o local do encontro.

Estranhamente, o pretendente daquela noite havia escolhido um bar.

A música alta ao redor dava a impressão de que ele não era muito confiável.

Encontrando Amélia em um dos camarotes, Kátia sentou-se ao seu lado e olhou ao redor, mas não viu nenhum homem.

Ela perguntou, curiosa:

— Onde está o seu pretendente?

— Ainda não chegou. — Amélia deu de ombros.

Que tipo de pretendente era aquele? Não bastava escolher um lugar inadequado, ainda por cima se atrasava.

Se fosse Kátia, já teria ido embora há muito tempo. Mas hoje era o encontro de Amélia, e além disso, Amélia finalmente havia decidido seguir em frente, então ela não podia desanimá-la.

Ela serviu um pouco de água com gás e esperou.

Pouco depois, o pretendente chegou, atrasado, e sentou-se com um sorriso de desculpas.

— Desculpem por fazer duas belas damas esperarem. Vou beber três doses como penitência.

Kátia o observou atentamente. Ele era até bonito, mas seu cabelo engomado e aparência polida denunciavam um conquistador experiente.

Amélia não era páreo para alguém como ele.

O pretendente sorriu, olhando de Kátia para Amélia, e ergueu uma sobrancelha.

— Com licença, belas damas, qual de vocês é a Srta. Amélia? Não digam nada, deixem-me adivinhar!

O homem estalou os dedos, com um sorriso oleoso.

— A da esquerda, elegante e refinada, gentil e intelectual; a da direita, deslumbrante e cheia de charme. A Srta. Amélia deve ser... a da esquerda!

Amélia sorriu.

— Errou, tente de novo.

O homem ficou sem graça e esfregou as mãos, tentando se salvar.

— Ah, eu errei de propósito. Quem na Cidade do Mar não conhece a Srta. Amélia, a mais famosa da cidade?

O homem, sempre reservado, estava prestes a recusar, mas sua mão agiu mais rápido que o cérebro. Seus dedos longos pegaram o cigarro e o acenderam no isqueiro que ela ofereceu.

Em um instante, a fumaça o envolveu.

Ele se sentia irritado, e aquele cigarro ajudaria a aliviar a tensão.

Mas o alívio era apenas momentâneo.

— Sr. Isaías... — A mulher sussurrou, tentando sentar em seu colo. Isaías levantou-se abruptamente, apagou o cigarro e acenou para o organizador da festa. — Tenho que ir. A conta de hoje é por minha conta.

O camarote ficou em silêncio por um instante, todos olhando confusos para sua figura apressada.

A mulher sedutora mordeu o lábio, com o rosto cheio de ressentimento.

Aquele jovem Sr. Isaías era exatamente como diziam as lendas: imune a álcool e mulheres.

Ao descer para o primeiro andar, Isaías olhou em direção ao camarote, mas não havia mais ninguém.

Ele correu para a entrada e, como esperado, encontrou a mulher que não saía de sua mente a noite toda.

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