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Seja gentil com mamãe romance Capítulo 8

No Bar Charming Moon.

Uma figura atraente vestida de vermelho, com saltos altos de dez centímetros, atravessava a sala rebolando de forma sensual. Era realmente um espetáculo.

Laurel, que estava sentada no bar bebendo um copo de água, se levantou com um grande sorriso ao vê-la se aproximando. "Martha Brook!".

A aura de rainha do gelo da mulher desmoronou na mesma hora em que viu Laurel, e ela gritou com os delicados lábios vermelhos: "Ei garota, não se atreva a me chamar pelo nome! Pensei que estivesse morta no exterior, por que você voltou agora? Você é muito cruel! Não tive notícia nenhuma de você por cinco anos!".

Com culpa, Laurel mordeu o lábio e fitou os olhos da outra com remorso: "Tive meus motivos. Minha querida amiga, por favor, não fique com raiva de mim. Se continuar assim, vai criar rugas!".

Elas moravam na mesma comunidade quando crianças e, por serem da mesma idade, tinham estudado juntas do jardim de infância à faculdade. Eram farinhas do mesmo saco, onde quer que uma fosse, a outra estaria.

Mas, cinco anos antes, Laurel fora para o exterior sem dizer uma única palavra a Martha, a qual sentia vontade de bater na amiga sempre que se lembrava do ocorrido.

Mal-humorada, Martha deu um tapinha em Laurel e depois a abraçou com força. Uma lágrima brilhou nos olhos dela. "Eu senti muito a sua falta, muito mesmo!"

.

Laurel deu um suspiro. No final das contas, retornar ao país tinha sido uma decisão sábia. Ela não poderia se esconder para sempre com Ansel, deveria deixar a vida tomar seu rumo.

Depois de colocarem o papo em dia, Laurel contou a outra mulher o motivo pelo qual tinha ido procurá-la naquele dia.

Laurel começou a trabalhar naquela mesma noite. Ansel tinha se apegado bastante à avó e ao tio, o que era um alívio. Mas ela não sabia por que ele não era particularmente próximo do avô.

E é claro que ela não havia contado à família que trabalharia em um bar. Todos achavam que era em uma empresa comum.

Os primeiros dias correram bem, e ela ficou bastante satisfeita ao receber o dinheiro, se encheu de alegria. Afinal, ela não era mais uma ingênua jovem de dezessete anos, já era capaz de lidar com os clientes atrevidos, cheios de mãos bobas.

Naquele dia, ela trabalharia no turno da noite. Assim que vestiu o uniforme, uma mulher alta e magra com um vestido de noite preto se aproximou e lhe entregou uma bandeja, "Quarto nº 308, leve isso agora!".

"Tá bom, Mary!" Ela era a pior inimiga de Martha, para quem tinha perdido o cargo de gerente, então era natural que ela também não gostasse da melhor amiga da rival, Laurel.

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