— Não. — Ivo se levantou de repente e agarrou Tábata com força.
Tábata gritou:
— Me solta, por favor... me deixa em paz!
Ele não respondeu. Segurando-a com firmeza, arrastou-a para outro cômodo.
— Ah!
Tábata soltou um grito enquanto lutava com todas as forças para se soltar.
Quando Ivo abriu a porta, ela percebeu o que havia ali: um quarto vazio, sem qualquer mobília, exceto uma cama. Era um lugar que parecia ter sido feito exclusivamente para encontros íntimos.
Tábata entendeu o que estava prestes a acontecer, e isso a fez sentir um pavor que atravessava sua alma. Era a última coisa que ela queria. Mas Ivo, com sua força descomunal, a jogou na cama. Ele segurou seus pulsos e os puxou para cima, imobilizando-a com algo de couro.
— O que você está fazendo? Eu não quero isso!
Os protestos de Tábata ficaram sem resposta.
Ivo, sem dizer uma palavra, prendeu o outro pulso da mesma forma. Agora, Tábata estava completamente à mercê dele, parecendo um peixe preso em uma tábua de corte, impotente e vulnerável.
O terror tomou conta de seus nervos. Ela tentou chutar para afastar o homem que estava sobre ela, mas ele agarrou seus tornozelos.
— Não me toque! O que você pensa que está fazendo? Ahhh! — Gritou Tábata desesperada.
Ivo separou suas pernas e as amarrou, deixando-a em uma posição humilhante, completamente imobilizada. Ela sabia exatamente o que ele faria em seguida.
— Eu imploro, por favor, me deixa ir. Eu não gosto disso, eu realmente não gosto! — Disse Tábata, chorando enquanto implorava. — Por favor, eu faço qualquer coisa que você me pedir, mas me deixa ir!
Ivo permaneceu em silêncio. Ele subiu sobre ela e começou a abrir suas roupas.
Tábata lutava com todas as forças que restavam, mas com os braços e as pernas amarrados, ela não tinha chance.
Ela fechou os olhos, sentindo a dor e a humilhação tomarem conta de seu corpo. Sua mente zumbia, e então, em um grito desesperado, ela soltou:
— Seu monstro! Eu te odeio, eu te odeio com todas as minhas forças!

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