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Senhora Rebelde e Senhor Submisso romance Capítulo 1178

Luiza disse:

— Não foi nada, o médico falou que foi só uma distensão de ligamento. É só fazer compressas de gelo por dois dias e repousar por umas duas semanas que vai ficar tudo bem.

— Então, você não vai poder sair de casa nesses dias? — Priscila perguntou.

Luiza assentiu:

— Se puder, é melhor não sair. Mas se precisar, posso usar muletas ou uma cadeira de rodas.

— Se machucou a perna, é melhor ficar em casa descansando. — Melissa deu um tapinha na mão de Luiza. — Quanto ao seu pai, já mandei aquela empregada chamada Larissa para cuidar dele. Ela é bem eficiente, então você pode ficar tranquila e descansar em casa. Quando melhorar, poderá ver seu pai.

— A Larissa já chegou ao País R? — Luiza perguntou.

Melissa fez que sim com a cabeça:

— Sim, o assistente a trouxe esta tarde. Eu a observei, e, realmente, ela parece boa, então a mandei para cuidar do seu pai.

Com Larissa cuidando do pai, Luiza ficou mais tranquila. Afinal, ele estava em um centro de reabilitação, e era mais seguro ter alguém de confiança com ele.

Elas conversaram por um tempo, e, quando perceberam, já havia se passado uma hora.

O mordomo trouxe o jantar e avisou a todos que poderiam ir comer.

Dalila pediu que todos descessem para o jantar, para que Luiza pudesse comer e descansar em paz.

O grupo se virou e saiu. Quando chegaram à sala, viram Miguel dormindo no sofá.

Priscila quis ir acordá-lo.

Melissa disse:

— Deixa ele, Priscila. Ele teve um dia cansativo. Não o acorde, o deixe descansar um pouco.

Então, todos saíram em silêncio.

Felipinho, o pequeno espertinho, não foi junto. Ele voltou de fininho para o quarto.

Luiza estava jantando e, ao vê-lo voltar, ficou um pouco surpresa:

— Felipinho, por que você não foi jantar?

— Shhh! — Felipinho fez sinal de silêncio e apontou para fora. — O papai está dormindo lá fora?

Luiza ficou confusa.

"Ele não tinha ido embora?"

Felipinho se inclinou e soprou no tornozelo dela.

Luiza não conseguiu segurar o calorzinho no peito e, entrando na brincadeira, disse:

— Funciona mesmo! Quando o Felipinho sopra, a dor da mamãe vai embora.

— Claro que sim! — Felipinho respondeu com orgulho e se aproximou para abraçar Luiza.

Com o filho nos braços, Luiza se sentiu completamente acolhida e aquecida. Encostando a cabeça nele, disse:

— Filho, é tão bom ter você.

— E ter o papai é melhor ainda. — Felipinho disse. — Hoje a mamãe se machucou. Se não fosse o papai, quem teria te levado ao hospital? Quem teria cuidado de você?

— E você não poderia? — Luiza perguntou de propósito.

— Eu até gostaria, mas sou muito pequeno, não tenho força para carregar a mamãe. — Felipinho explicou com muita seriedade.

Luiza não conseguiu segurar o riso e bagunçou o cabelo dele:

— Esse menino sabe de tudo.

— É porque eu só quero ver a mamãe feliz. — Felipinho cobriu a cabeça com as mãos, fazendo graça. — Não bagunça meu cabelo, senão depois eu fico feio.

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