O peito dele era firme, e sua respiração quente. Além disso, ele a segurava com força nos braços, impedindo que ela se livrasse do abraço.
"Ah..." Vania se assustou por um instante. "Me solta! Você quase me matou de susto."
Mesmo assim, Hanson não a soltou. Ao invés disso, abaixou a cabeça e falou com emoção: "Vania, eu—"
Porém, antes que pudesse terminar a frase, ouviu alguns pigarros atrás de si. "Cof! Cof..."
Imediatamente, ele olhou para trás e sorriu para as quatro crianças, claramente constrangido.
Aproveitando a situação, ela se desvencilhou do abraço e explicou para os filhos: "Não estávamos fazendo nada."
Hanson concordou com um aceno de cabeça, indicando que realmente não fizeram nada. O que Vania disse era verdade; bem quando ele estava prestes a agir, foi interrompido pelos quatro pequenos. Que pena. Como pude esquecer desses pestinhas? Parece que ficar aqui é só o primeiro passo. Ainda tenho quatro crianças para conquistar na Vila Haling, pensou enquanto massageava as têmporas com a mão.
Os quatro olhavam para o casal de cima a baixo, braços cruzados e expressões idênticas. Não estavam fazendo nada? Até parece que vamos acreditar nisso. Vimos com nossos próprios olhos eles abraçados, especialmente o Diabo. Se não tivéssemos entrado, aposto que ele teria beijado a mamãe agora.
Jack imediatamente lançou um olhar arrogante para Hanson e avisou: "Não encoste na mamãe. Vamos ficar de olho em você o tempo todo. Se te pegarmos fazendo isso de novo, vamos te expulsar daqui."
Jacob concordou. "Isso mesmo. Não pense que pode fazer o que quiser só porque está hospedado na nossa casa."
Então, Jack lembrou Vania: "Mamãe, fica de olho nesse cara. Ele tem más intenções com você."
Apesar de ser repreendido pelas crianças, Hanson estava de bom humor. Más intenções, hein? Bom, eles não estão errados.



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