“É só ficar na rua e gritar seu nome. Alguém vai aparecer.”
“Chegou a hora de usar a sua fama. Um montão de fãs já sabe que você está colocando película agora.”
“Relaxa. A gente vai te salvar.”
“Você vai ganhar uma grana fácil.”
Vania percebeu as ideias deles e agradeceu. “Obrigada pelo apoio, mas não gastem o dinheiro de vocês com isso. Um dólar e quarenta não é muita coisa, mas vamos vender nosso serviço só para quem realmente precisa. Ainda assim, obrigada pelo carinho.”
“Bela postura.”
“Beleza. A gente não vai gastar à toa, Vania.”
Todos a elogiaram.
Então, Vania teve uma ideia. “Que tal fazermos uma promoção de leve: comprou, levou outra?” Era um desconto de cinquenta por cento — uma pechincha e tanto.
Os espectadores acharam a estratégia ótima, e Vania logo começou a chamar o público. Era a primeira vez que fazia aquilo, mas, em pouco tempo, alguém a reconheceu e a notícia se espalhou. Logo, estavam atolados de clientes. Cerca de meia hora depois, concluíram a missão e presentearam os fãs que os apoiaram com as películas que sobraram. “Obrigada. A gente se vê.” Ela se despediu contente e encerrou o trabalho do dia.
“Puxa, eu não fiz nada além de fotografar ela e os fãs”, pensou Hanson.
O diretor estava radiante quando eles voltaram. Pelo visto, já tinha outra carta na manga.

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