Dante estava prestes a dizer que Isabela não precisava da companhia dele, mas se conteve:
“Ela tem coisas para fazer.”
Luana respondeu:
“Ah.”
Ela não prolongou a conversa:
“Então venha me buscar às seis da tarde.”
“Tá bom.”
Depois de trocar só algumas mensagens simples com Luana, o humor de Dante já tinha melhorado bastante.
Abriu as fotos que tiraram no cinema, olhou por um bom tempo antes de desligar o celular.
A paisagem do lado de fora não tinha nada de interessante.
Assim como as lembranças antigas, nenhuma era boa, mas ele se lembrava de todas.
Recordava-se de quando, no segundo encontro com Isabela, ela já mostrava o desprezo de forma mais evidente. Ele tinha apenas quatro anos, e quando ela folheou os cadernos escolares, bastou virar algumas páginas para dizer que não valia a pena nem olhar.
De volta à Cidade J, as exigências de Isabela só aumentaram.
O desprezo dela durou mais de dez, vinte anos.
Dante sabia que a mãe de Henrique era igual, mas havia uma diferença entre eles, Dante nunca quis provar nada para ninguém.
Se Isabela o desprezasse, tanto fazia. O problema é que um garoto não tinha como vencer uma mãe poderosa, ainda mais com a pressão do sangue. Então, fingia obediência. Quando tivesse forte, não se curvaria mais.
No plano de Dante, mãe e filho seguiriam caminhos separados, como se o outro não existisse. Melhor assim, indiferença pura, e décadas depois, quando ela morresse, bastaria levá-la ao cemitério e pronto.
Não esperava que um dia Isabela surtasse.
Uma mulher tão autoritária e mandona, de repente querendo se reaproximar...
Ele pensava que fosse rir dela, mas sua primeira reação foi não saber como lidar.
Isabela, sem resposta dele, roía-se de raiva e transferiu alguns milhões para a conta do filho.
Ela também chegou no horário, entrou no carro e ele dirigiu de volta para casa.
Luana imaginava que Dante podia estar interessado nela, mas temia estar exagerando. Agora que ele já tinha visto a mãe, sentiu mais curiosidade sobre ele.
Durante o trajeto, não resistiu e ficou o observando em segredo.
No sinal vermelho, foi flagrada.
— Tá me olhando por quê?
Luana desviou rápido o olhar.
— Eu sou muito bonito, é isso? — Dante perguntou.
Dante tinha uma aura distinta e elegante, traços faciais perfeitos, a camisa preta com alguns botões abertos que o deixava sedutor, cheio de charme.
Ao pensar nisso, Luana percebeu que seus pensamentos estavam ficando perigosos, só tinha esse tipo de devaneio quando bebia. Rapidamente afastou a ideia imprópria e perguntou:
— Você encontrou sua mãe. Ficou feliz?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Sim! Me Casei Com Irmão Do Ex
Que palhaçada... O capítulo 944, mesmo para quem tem crédito......
Quando vai sair os demais capítulos??...
🤦🏽♀️...
Já perdi a paciência, mta enrolação. Logo de cara já dá pra saber qm presta e qm não presta,, não precisa ficar repetindo a cada capítulo. Se eu tivesse visto a avaliação antes, nem teria perdido meu tempo....
A cada dialogo tem uma explicação enorme de pensamento e passado. Quanta encheção de linguiça...
Nossa,quanta enrolação...agora a irmã postiça entra em ação serão zilhoes de capítulos o história não chega ao fim nunca....
Muita enrolação... Uma história sem fim......
História sem fim......
Olá bom dia! Estou tentando desbloquear o capítulo 910 e está dando erro. Poderiam verificar para mim por favor....
Você começa uma história que tinha tudo pra ser ótimo, aí o autor foge totalmente da realidade, pense num arrependimento de ter começado, só pra ter raiva....