LUCIUS
Eu fiquei em frente a Lisa, nu e debaixo do chuveiro enquanto a água quente caía sobre mim. Eu já tinha tomado um banho mais cedo depois de ter todo aquele sangue respingando em mim, mas outro banho não era problema, especialmente quando era com ela.
— Docinho, vai ficar aí parada ou irá fazer isso agora? - perguntei, estendendo a mão e puxando ela para perto do meu corpo, trazendo-a para debaixo do chuveiro comigo.
Ela não tinha nada além de uma calcinha fina que eu queria que ela deixasse porque ficava tão sexy em sua bela bunda.
— Por onde devo começar então, papai? - Ela perguntou, levantando seus olhos fofos para me olhar.
— Por que você não começa por aqui? - Eu peguei sua mão e direcionei para o meu pau, fazendo com que sua mão macia esfregasse gentilmente.
Ela moveu sua mão levemente e eu quase revirei os olhos com o calor que percorreu meu corpo.
— Então eu darei o meu melhor em te esfregar, papai - Ela deu um passo para longe de mim e seu olhar saiu do meu rosto para o meu pau, que agora estava duro em suas mãos. Ela acrescentou sua outra mão e começou a mover suas mãos, me masturbando. Suas mãos se sentiam super bem sobre o meu pau e deslizavam sobre ele debaixo do chuveiro.
Em poucos segundos, suas mãos estavam fazendo um trabalho ainda melhor enquanto eu a observava esfregar com mais força e rapidez. A forma como ela se concentrava no meu pau enquanto movia suas mãos tão rápido me deixava louco.
— Acho injusto você ser a única a me esfregar - Eu gemi e a puxei de volta para mim, mergulhando minha cabeça e colocando seu seio direito em minha boca.
— Oh, merda! - Ela amaldiçoou pois não estava esperando, suas duas mãos perdendo o controle sobre meu pau, mas eu peguei sua mão direita e a coloquei de volta sobre ele enquanto eu girava minha língua sobre seu mamilo.
— Não tire suas mãos do meu pau de novo se não quiser ser castigada de verdade. Esfregue bem, Docinho, como você disse que faria - Eu gemi em seu seio.
— Eu... Eu vou esfregar papai perfeitamente - Sua voz veio com um tremor enquanto eu chupava seus seios com força, enterrando meu rosto no par macio e suculento.
Mudando para o outro seio e chupando, eu me movi um pouco em suas mãos, que agora estavam trabalhando muito mais duro no meu pau.
— Caralho! Papai!!- Ela gritou quando eu mordi o mamilo em minha boca, sua pegada em meu pau apertando tanto que eu podia sentir a cabeça dele escorrer com pré-gozo.
— Aperte de novo - Eu gemi enquanto lambia o local onde eu tinha acabado de morder e levei meu rosto para beijá-la nos lábios.
Eu rocei meus lábios nos dela e senti ela tremer, seus lábios se separaram e seus olhos demonstram sua grande necessidade.
Ela apertou meu pau novamente e eu gemi seu nome com um rosnado baixo enquanto eu liberava um pouco mais de pré-gozo quente. Eu segurei sua cabeça e a beijei com força, empurrando minha língua em sua boca.
Aquele último aperto havia tirado a razão de mim. Eu movi uma mão para sua bunda e dei um tapa nela coberta pela calcinha.
Ela ofegou e gemeu em minha boca, mas eu continuei a devorar sua boca. Seu gosto viciante me fazendo tremer e pulsar. Sem restrições, eu arranquei a calcinha molhada de sua bunda e enfiei dois dedos em sua umidade.
Ela arrancou os lábios dos meus com um gemido sujo. Ela olhou para onde meus dedos desapareceram em sua buceta.
— Oh Deus! Pa...Papai. É tão bom - Ela gemeu, jogando a cabeça para trás, mas eu precisava que ela me encarasse.
— Olhe para mim. Olhe nos olhos do papai enquanto eu fodo essa buceta vadia e necessitada sua
— S...Sim senhor - Ela tremia enquanto eu a penetrava com mais força.
Eu podia ver ela lutando para manter contato visual comigo, com seus olhos revirando e voltando a encontrar os meus a cada poucos segundos.
— Sua buceta é tão apertada - Eu gemi. Ela estava tão apertada e quente que parecia que ela estava derretendo sobre meus dedos.
— Pa...Papai, é tão bom - Seus seios subiam e desciam, e sua respiração ficava mais curta, suas respirações se tornando ainda mais rápidas.
Eu aumentei meu ritmo, fodendo-a ainda mais forte e ela gritou.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Sim, papai