Entrar Via

Sonhos Distantes na Mesma Cama: O Pedido Proibido romance Capítulo 44

Tereza olhou para a imagem: o rostinho da filha estava vermelho, e ela parecia radiante de alegria.

Sem hesitar, Tereza fez uma ligação, que Norberto atendeu rapidamente.

— Você sabe da condição da nossa filha. Ela não pode brincar em atrações ou fazer atividades intensas. Traga-a de volta agora mesmo, estarei esperando em casa. — alertou Tereza, com um tom severo.

— A Delfina está ótima, não se preocupe. — O tom de Norberto tornou-se ligeiramente frio.

— Eu sou a mãe dela, sei melhor do que ninguém sobre o seu estado — retrucou Tereza de imediato. — Onde vocês estão? Eu vou buscá-la.

— Tereza... — Norberto parecia irritado. — Eu só queria que a nossa filha se divertisse um pouco. Não há necessidade de fazer tanto drama.

— Onde vocês estão? — Tereza não tinha a menor intenção de discutir com ele.

— Estou levando-a para casa agora mesmo — disse Norberto, e desligou o telefone logo em seguida.

No parque de diversões.

Delfina acabara de descer do trenzinho. Hera usava uma tiara com orelhas de coelho; seus longos cabelos estavam soltos, e o vestido longo num tom lilás suave balançava gentilmente com o vento.

— Que mamãe linda você tem, garotinha! — exclamou a funcionária, que raramente via uma mulher tão deslumbrante quanto Hera e não conseguiu conter o elogio.

O pai da criança também era de uma beleza rara. Com um casal tão impressionante, não era de admirar que tivessem uma filha tão linda e adorável.

— Ela... — Delfina estava prestes a dizer algo.

— Delfina, que tal irmos em outro brinquedo agora? — Hera a abraçou gentilmente.

— Eba! Podemos ir no carrossel? — Delfina raramente visitava lugares como aquele, então estava extremamente feliz, desejando aproveitar cada uma das atrações.

— Claro que sim, a titia vai sentar no mesmo cavalo que você. — Hera assentiu de forma suave e afetuosa.

— Obrigada, titia! — agradeceu Delfina, feliz e educada.

Hera segurou a mãozinha dela e as duas caminharam até o carrossel.

— Quem era no telefone? — perguntou Hera, assim que Norberto retornou.

— Era a Tereza. — Norberto respondeu, olhando para a filha que irradiava alegria. — Delfina, a mamãe está com saudades. Depois do carrossel, nós vamos para casa, está bem?

Hera pegou Delfina no colo e a colocou sobre um dos cavalos do carrossel, sentando-se de lado logo atrás para protegê-la.

— Papai... olha pra mim! — Delfina sorriu largo, revelando seus pequenos dentes de leite.

Hera também olhou para Norberto com uma expressão doce e encantadora, fazendo um sinal de paz e amor com os dedos.

Norberto usou o celular para tirar fotos e gravar vídeos das duas, parecendo a verdadeira imagem de um cavalheiro atencioso.

Assim que o carrossel parou, Hera caminhou até ele com Delfina no colo:

— Deixe-me ver se as suas habilidades como fotógrafo pioraram.

— Eu fiz aulas no passado, com certeza não pioraram — riu Norberto, sem graça.

— Aprendeu por mim? — Hera apontou para si mesma com um sorriso travesso. — Pelo visto, reclamar com você dá resultado. Só preciso fazer isso mais vezes.

Norberto sorriu em silêncio.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Sonhos Distantes na Mesma Cama: O Pedido Proibido