Tereza olhou para a imagem: o rostinho da filha estava vermelho, e ela parecia radiante de alegria.
Sem hesitar, Tereza fez uma ligação, que Norberto atendeu rapidamente.
— Você sabe da condição da nossa filha. Ela não pode brincar em atrações ou fazer atividades intensas. Traga-a de volta agora mesmo, estarei esperando em casa. — alertou Tereza, com um tom severo.
— A Delfina está ótima, não se preocupe. — O tom de Norberto tornou-se ligeiramente frio.
— Eu sou a mãe dela, sei melhor do que ninguém sobre o seu estado — retrucou Tereza de imediato. — Onde vocês estão? Eu vou buscá-la.
— Tereza... — Norberto parecia irritado. — Eu só queria que a nossa filha se divertisse um pouco. Não há necessidade de fazer tanto drama.
— Onde vocês estão? — Tereza não tinha a menor intenção de discutir com ele.
— Estou levando-a para casa agora mesmo — disse Norberto, e desligou o telefone logo em seguida.
No parque de diversões.
Delfina acabara de descer do trenzinho. Hera usava uma tiara com orelhas de coelho; seus longos cabelos estavam soltos, e o vestido longo num tom lilás suave balançava gentilmente com o vento.
— Que mamãe linda você tem, garotinha! — exclamou a funcionária, que raramente via uma mulher tão deslumbrante quanto Hera e não conseguiu conter o elogio.
O pai da criança também era de uma beleza rara. Com um casal tão impressionante, não era de admirar que tivessem uma filha tão linda e adorável.
— Ela... — Delfina estava prestes a dizer algo.
— Delfina, que tal irmos em outro brinquedo agora? — Hera a abraçou gentilmente.
— Eba! Podemos ir no carrossel? — Delfina raramente visitava lugares como aquele, então estava extremamente feliz, desejando aproveitar cada uma das atrações.
— Claro que sim, a titia vai sentar no mesmo cavalo que você. — Hera assentiu de forma suave e afetuosa.
— Obrigada, titia! — agradeceu Delfina, feliz e educada.
Hera segurou a mãozinha dela e as duas caminharam até o carrossel.
— Quem era no telefone? — perguntou Hera, assim que Norberto retornou.
— Era a Tereza. — Norberto respondeu, olhando para a filha que irradiava alegria. — Delfina, a mamãe está com saudades. Depois do carrossel, nós vamos para casa, está bem?


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