Após o jantar, Lisa se levantou para pagar a conta, mas foi informada de que alguém já havia pago por elas.
— Com certeza foi o Sr. Soares. O Sr. Soares é tão gentil, ainda nos pagou o jantar. — Disse Lisa. — Será que ele se sentiu culpado por te acusar injustamente e fez isso como um pedido de desculpas?
Cynthia pensou por um momento e disse.
— Talvez.
Lisa suspirou.
— Temos muita sorte de ter um chefe tão bom.
— Você não tem ideia de como o gerente do departamento de projetos é difícil. Ele está sempre xingando, gosta de trazer suas emoções negativas para o trabalho e desconta nos subordinados por qualquer coisinha. Era o cúmulo do azar ser subordinado dele.
Depois do jantar, as duas passearam pela vizinhança.
— Está ficando tarde, e amanhã temos que trabalhar. Cynthia, onde você mora? Eu te levo para casa.
Lisa era filha única e seus pais lhe compraram um carro assim que ela se formou.
Um carro de uns setenta e cinco mil, o que era muito bom para uma garota que tinha acabado de começar a trabalhar.
Cynthia não se atrevia a dizer que morava com Anselmo.
— Não precisa, eu moro aqui perto, são apenas alguns minutos a pé.
— Tudo bem então, tome cuidado. Até amanhã.
— Até amanhã.
Lisa foi embora.
Cynthia ligou para o motorista, Thiago, para que ele viesse buscá-la.
Assim que desligou o telefone e levantou a cabeça, um Porsche Cayenne preto parou na sua frente.
A janela do carro desceu, revelando o rosto elegante e bonito de Gerson.
— Uma carona?
— Não precisa, Sr. Soares. Eu já chamei um carro, ele está quase chegando.
— Certo. — Gerson assentiu.
O Cayenne partiu.
...
Cynthia voltou para o Jardins de Provence.
Anselmo já estava em casa.
Ele estava sentado no sofá da sala de estar, lendo uma revista de finanças.
Ao vê-la chegar, Anselmo perguntou casualmente.
— Onde você estava?
— Fui jantar com uma colega para comemorar a demissão de um canalha. — Cynthia disse com um sorriso, sentando-se ao lado de Anselmo.


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