— Certo. — Sandro concordou.
Ao ouvir a resposta da irmã, Sandro ficou mais tranquilo, embora não soubesse o que ela planejava.
Mas, já que a irmã havia falado daquele jeito, e não tinha pedido que fizessem mais nada, o que deviam fazer era acreditar nela.
Vanessa instintivamente tentou fazer mais perguntas sobre a situação, mas foi impedida por Sandro. Ela fechou a boca e sentou-se no sofá para ver o que aconteceria.
Bento entrou parecendo agitado.
Assim que entrou, ele lançou um olhar para Helena, olhou ao redor e não encontrou Vicente. Ele não pôde evitar franzir a testa.
Ele pensou em perguntar se Vicente havia estado ali, mas notou que Sandro e Vanessa estavam sentados ao lado.
— Helena, você está bem?
Bento sentou-se no sofá e a sua postura voltou a ser a mesma de sempre, calma e tranquila.
Helena inclinou a cabeça, fingindo dúvida: — Aconteceu alguma coisa? Por que perguntou isso assim que chegou?
— Rafael perdeu o juízo e mandou alguém atropelar uma pessoa. Fiquei preocupado que isso pudesse ter ligação com você e com medo de que ele apenas estivesse tentando desviar a atenção, quando, na verdade, queria atacar você. Então vim verificar rapidamente.
Vanessa sentou-se no sofá. Ao ver Bento olhar para Helena com aquela expressão preocupada, forçou-se a não esboçar reação.
Apenas estalou a língua no coração com desprezo.
Não era à toa que ela não gostava de Bento desde o início, porque aquele homem fingia bem demais.

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