Olhei pelo visor. O corredor estava mal iluminado, não conseguia enxergar direito. No entanto, parecia ser William a julgar pela aparência.
Abri a porta depressa e saí. Minha mãe e minha irmã tinham adormecido, e eu não queria acordá-las.
"Sr. Chuang, o que você tá fazendo aqui? Como sabe onde eu moro?" Fiz uma série de perguntas.
William não me respondeu. Seus olhos deslizaram de meu rosto para meu peito e permaneceram ali por três segundos.
Olhei para baixo e corei.
A faixa de meu roupão estava solta, o decote, grande demais, deixava grande parte de meu peito à mostra.
Peguei a camisola correndo e olhei para ele com calma. "Sr. Chuang, acho que o meu celular ficou no seu carro, você...".
Antes de terminar de falar, ele o entregou para mim.
E antes que eu pudesse segurá-lo com firmeza, soltou-o, fazendo-o cair no chão.
Essa não! Abaixei-me depressa para pegá-lo, mas ele se abaixou ao mesmo tempo. Nós dois demos um encontrão.
Eu entrei em pânico e recuei. Então me vi pisando na beira da escada e quase caí.
William me agarrou e me fez cair em seus braços.
Eu não estava de calcinha, meu peito bateu com força nele, e podíamos nos sentir através da fina camada da camisola. Seus músculos eram firmes e compactos, completamente diferentes dos meus.
Pude sentir seu cheiro, uma mistura de hortelã e jovialidade, que me deixou tonta por um momento.
"Por que essa pressa?" Soava sarcástico.
De repente, voltei a meus sentidos e o empurrei para longe.


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