Unindo Mamãe e Papai romance Capítulo 156

Depois de pegar Andie, Caitlin e ela voltaram para a vila Bay.

Caitlin preparou um jantar simples e delicioso. Depois de comer com Andie, ela se sentou no sofá com a menina para assistir desenhos animados.

Ela estava tão preocupada que não estava vendo o que estava passando na televisão. De repente, Andie se virou e perguntou a ela: "Caitlin, quando você e meu pai vão me dar uma irmãzinha ou um irmãozinho?"

Caitlin ficou atordoada e olhou surpresa para a garotinha: "Hmm? Por que você tá me perguntando isso do nada?"

"Todos os meus amigos da minha classe têm irmãos e irmãs, e eu também quero ter."

Caitlin passou a mão na sua cabecinha: "Não é bom ficar te mimando desse jeito, Andie?"

Três anos atrás, ela e Fletcher tiveram Andie, foi um erro. Ela não esperava que fosse ter uma filha com o assassino que forçou seu pai a morrer.

Depois que ela estivesse com Fletcher, ela tomaria os comprimidos após o se*o. Mesmo que Fletcher usasse preservativos, por uma questão de segurança, ela tomaria os comprimidos para evitar outra gravidez.

Se ela e Fletcher, tivesse outro filho juntos, seria tudo ainda mais caótico.

"Bom, mas eu sou um pouco solitária. Eu também quero um irmãozinho e uma irmãzinha pra brincar comigo. Eu vou poder protegê-los."

Olhando para a carinha fofa na frente dela, o coração de Caitlin amoleceu.

Seu plano de vingança nunca incluiu Andie, e ela relutava em aproveitá-los.

"Caitlin, o que tem de errado com você? Se você não quer me dar um irmãozinho e uma irmãzinha junto com o papai, tudo bem. Não chora, tá?"

A garotinha a persuadiu com a voz infantil e ergueu a mãozinha para enxugar as lágrimas dela.

Caitlin a segurou em seus braços e riu: "Andie, no futuro, você terá outra tia que lhe dará um irmãozinho e uma irmãzinha."

*****

Já estava de noite na vila Bay.

Quando Fletcher voltou após o evento social, não tinha nenhuma luz acesa na sala. Ele trocou de chinelo na porta e entrou. De relance, ele viu a Caitlin deitada no sofá, cochilando.

Ela se encolheu no sofá e seu corpo esbelto parecia ser ainda menor.

Ele se aproximou dela, tirou o blusão e cobriu o corpo dela. Ela parecia estar em sono leve, mesmo que seus movimentos tivessem sido leves, ele ainda a acordou.

Ela olhou para ele com os olhos turvos e não vou voltou a dormir. Ela subconscientemente se moveu nos braços dele e sussurrou com os braços em volta do pescoço dele: "Quando você chegou?"

"Acabei de chegar. Quero levá-la para o quarto lá em cima!"

"Eu fiquei te esperando e acabei dormindo... A propósito, Andie dormiu em seu quarto. Fiz arroz pra ela essa noite e ela comeu muito."

O peito vazio de Fletcher estava quente e cheio de alguma coisa.

Caitlin perguntou cansada: "Que horas são agora?"

"Nove e trinta."

Caitlin se esfregou em seus braços e segurou sua cintura com as duas mãos: "A festa acabou tão cedo assim?"

Ele a abraçou com força em seus braços e abaixou a cabeça para beijar seus cabelos que exalavam cheiro de xampu. Ele disse com voz rouca: "Tomei um pouco de vinho. Eu sai escondido de lá quando os outros não estavam prestando muita atenção em mim."

Caitlin riu em seus braços e ergueu o rostinho para olhá-lo incrédula: "Acontece que você também já fez isso. Não é nada típico de você."

Ela achava que Fletcher, um homem de elite empresarial, deveria estar acostumado a esse tipo de festa social. Mas, ele também acha que esse tipo de festa sobre negócio chato.

Vários empresários falavam sobre a situação econômica e o layout no país e no exterior. Ao lado deles, estavam algumas companheiras que os acompanhavam. Eles estavam bebendo e se divertindo. Metade deles estavam envolvidos em atividades sociais e a outra metade procurava de divertir. Ele estava acostumado a ir nesse tipo de festa. Mas essa noite, ele ficou pensando em Caitlin nos seus braços. Olhando para as outras mulheres, ele não via graça nelas.

Fletcher se abaixou e a pegou no colo. Enquanto a carregava para cima, ele ordenou: "Espere por mim no futuro. Apenas deixe as luzes lá embaixo acesas. Não durma mais no sofá. Vai que você pega um resfriado."

Caitlin colocou os braços em volta do pescoço dele e o encarou com olhos ardentes. Talvez não houvesse mais algumas vezes como essa, quando ela esperava que ele fosse pra casa essa noite.

Fletcher pensou que ela não tinha ouvido o que ele disse, então ele franziu a testa ligeiramente e olhou para ela: "Você ouviu isso?"

Ela encostou o rostinho no pescoço dele e disse: "Sim". Então ela disse com uma voz adorável, "Eu ouvi."

Fletcher a carregou para a cama no quarto, ele estendeu a mão e tocou na sua testa: "Por que você pegou resfriado?"

Caitlin pegou na sua mão e disse: "Eu estava usando o ar condicionado no escritório hoje. Eu tô bem, ficarei melhor ainda depois de dormir."

Vendo que ela era obediente, Fletcher abaixou a cabeça e quis beijá-la. Caitlin ergueu a mão e cobriu os lábios.

Ela se inclinou para mais perto dele, e cheirou-o como um cachorrinho. Ela disse com certo desgosto: "Vai tomar um banho primeiro. Você tá cheirando a fumaça, vinho e perfume de mulher."

Fletcher puxou a mãozinha dela e a segurou de lado. Caitlin ficou impressionada e sussurrou: "Por que você me pegou no colo?"

"Vamos tomar banho juntos."

Felizmente, Caitlin pegou resfriado. Fletcher apenas a abraçou e beijou. Ele não fez nada que precisasse de muito esforço.

Porém, após o banho juntos, o nariz de Caitlin, que tinha ficado entupido, ficou bem mais melhor.

Depois de ser carregada para fora do banheiro por Fletcher, estava meio sonolenta mas aos poucos foi ficando mais clara.

Na cama, Fletcher começou a beijá-la. Caitlin queria ir dormir: "Não... eu tô com resfriado. Você vai pegar o resfriado de mim."

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