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Vá para o Inferno, Ex-Marido! romance Capítulo 2

— Sérgio, nós temos um filho. Ele é a sua cara, eu o amo tanto. Sérgio, você gosta dele?

O passado invadiu sua mente como uma enchente.

Amélia se engasgou.

Tossiu violentamente.

Tossiu até as lágrimas escorrerem.

Ele era o Sérgio que a encantara desde os tempos de escola.

Quando ele se tornou tão sujo, tão podre?

Todos diziam que ele era um homem íntegro, que não se interessava por mulheres.

Nem mesmo tinha uma secretária.

Mas como pôde se envolver com a cunhada viúva?

Ele a enojava.

O que significaram os cinco anos de casamento?

De repente, todas as luzes se acenderam.

A claridade ofuscante a fez parecer ainda mais patética, coberta de feridas.

A sogra, Cláudia, arqueou uma sobrancelha, olhando-a de soslaio.

— Se ninguém vai comer o bolo, jogue fora. Não precisa ter pena de desperdiçar, comendo bolo no meio da noite. — ela zombou.

Amélia permaneceu em silêncio.

Cláudia continuou, com ainda mais desprezo:

— Pobre é pobre. Mesmo depois de cinco anos na família Barros, ainda tem cheiro de miséria.

Amélia já estava acostumada com o sarcasmo de Cláudia.

Desde que entrou para a família Barros, tratou Cláudia com sinceridade, servindo-a com dedicação todos os dias.

Mas ela nunca a aceitou.

Tudo porque sua família não era rica.

Sinceridade em troca de sinceridade? Era apenas uma piada.

Nesse momento, o velho mordomo sussurrou:

— Velha Senhora, o carro está pronto. Aconteceu alguma coisa com o Sr. Sérgio e a Sra. Nádia? Por que foram para a delegacia no meio da noite?

Cláudia ficou visivelmente nervosa.

Fuzilou o mordomo com o olhar.

Capítulo 2 1

Capítulo 2 2

Capítulo 2 3

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