— Eu não estou brava. Onde já se viu? Estou me divertindo muito. Não precisa mais fechar a loja.
A vendedora não entendeu o motivo, mas se era um pedido da Sra. Vieira, ela tinha que obedecer.
Do lado de fora, Cláudia continuava seu discurso inflamado.
— Você não passa de uma vendedora de merda e ousa me barrar? Acredite, eu faço você perder esse emprego num piscar de olhos!
— Senhora, sinto muitíssimo.
— Vou ligar para minha nora agora mesmo! Ela é da família Sousa, uma Senhorita, a cliente mais VIP desta marca! Quero ver se vocês se atrevem a não nos receber!
Cláudia ligou para Nádia, pedindo que viesse.
Assim que desligou, a porta se abriu.
Uma vendedora saiu.
— Senhora, pode entrar.
Cláudia sorriu com desdém. O nome de Nádia era realmente poderoso.
Ela se virou para a vendedora que a havia barrado.
— Abra bem esses seus olhos. Eu não sou alguém que você pode barrar.
Cláudia apontou para ela.
— Quero registrar uma queixa contra essa funcionária. Da próxima vez que eu vier, não quero mais vê-la aqui.
Cláudia entrou, imponente. Queria ver quem era a responsável por ela ter sido barrada.
Entrou furiosa e deu de cara com Amélia.
Então foi por causa dela que ficou do lado de fora.
Que direito Amélia tinha de fazer uma marca de luxo fechar as portas para atendê-la?
Com certeza, conseguiu muitos benefícios se envolvendo com Afonso.
Cláudia marchou até ela, com desprezo.


VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
Por favor, atualizem o livro....