Tânia assentiu, teimosa, com os punhos cerrados.
Eles não queriam Amélia. Só estavam interessados nela agora que ela era famosa, querendo pegar carona em sua popularidade.
As palavras de Lucas fizeram as outras crianças se darem conta.
—Daniel, como você pôde difamar sua mãe na televisão? Você fez isso para limpar o nome da sua tia, a amante, não foi?
—Daniel, como você pôde machucar tanto sua mãe? Minha mãe me disse que toda mãe sofre muito para nos ter, e que devemos ser bons para elas. Vendo como você a machucou, eu não quero mais ser seu colega.
—Rejeitar a própria mãe e querer a de outro... Nunca vi uma criança tão boba.
—É verdade! A mãe dele é tão incrível, e ele a chamava de dona de casa inútil. Ele não parece muito inteligente. Não gosto de ser amigo de gente que não é inteligente.
—Eu também não quero mais ser amigo dele.
Vendo tantas crianças de repente se voltando contra ele, Daniel ficou desesperado.
Ele sempre foi arrogante e desprezou os outros, se achando o melhor. Mas ser rejeitado por tantos ao mesmo tempo o deixou em pânico.
Ele não queria ser o excluído.
Daniel disse, apressado:
—Vocês não entendem nada! Eu fiz aquilo pelo bem do Grupo Barros. Até minha mãe achou que minha decisão foi correta e ajudou a empresa a superar a crise.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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