Expulsa por Nádia, Cláudia engoliu a raiva.
— Nádia, não se exalte, vou investigar isso agora mesmo. Se não quiser voltar comigo, fique uns dias na casa dos Sousa para relaxar. Depois, farei Sérgio vir pessoalmente te buscar.
Nádia a ignorou. Cláudia saiu, humilhada.
O desprezo de Nádia, sua própria nora, a enfurecia. Que situação!
O divórcio do filho com Amélia era a chance perfeita. Casá-lo com Nádia garantiria a fortuna do Grupo Sousa.
Agora, tudo estava um desastre. Perdeu as ações da família Barros, as joias, as bolsas de grife. Foi tentar pegar um tesouro e acabou perdendo o que já tinha.
Assim que Cláudia saiu, o celular de Nádia tocou novamente. Ela atendeu, impaciente.
— Senhora Sousa, Afonso atacou o Grupo Barros. Oitenta por cento dos clientes já cancelaram seus contratos... Parecia que ele ia levar o Grupo Barros à falência, mas, por algum motivo, ele parou o ataque. Deu a entender que pouparia a empresa. Que sorte. Na situação atual, o Grupo Barros não aguentaria!
Nádia explodiu.
— Que sorte o quê? Afonso deveria ter esmagado o Grupo Barros, arrastado na lama até a destruição total.
— Se... Senhora Sousa, o que está dizendo? O que aconteceu?
— Não pergunte o que aconteceu. Apenas termine o serviço que Afonso não concluiu. Eu quero o Grupo Barros na falência.
— Sim, senhora. Entendido.
Nádia desligou, os olhos cheios de veneno.
Como Afonso pôde poupar Sérgio? Se o deixasse em paz, ele continuaria correndo atrás daquela mulher. Não. Ela precisava fazê-lo entender quem era a pessoa em quem ele podia confiar.
Aquela mulher não podia lhe oferecer nada. A única que podia levá-lo ao topo era ela, Nádia!
...
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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