A ameaça direta de Afonso fez o ar pesar na sala.
Igor engoliu em seco. Ele sabia que Afonso Vieira não fazia ameaças vazias.
— Sr. Afonso... — Igor baixou o tom — Sabemos que o senhor protege a Srta. Amélia. Nós podemos pedir desculpas a ela. Mas, por favor, deixe minha filha em paz.
O patriarca dos Sousa sabia quando recuar. Brigar com os Vieira era suicídio comercial.
— Tarde demais. — Afonso sorriu sem humor. — A comida da cadeia já está sendo preparada para ela. E quem sabe, uma bala na cabeça de sobremesa.
Nádia sentiu o terror paralisante. Bala na cabeça?
— Pai! Mãe! Me salvem! Eu não quero morrer!
Igor tentou manter a dignidade:
— Sr. Afonso, não somos idiotas. Não vamos entregar nossa filha baseados em palavras vazias.
— Eu disse que tenho provas. — Afonso retrucou. — Vocês estão surdos ou a idade já corroeu o cérebro também?

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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