— E você se importa com a opinião pública sobre um menino que mente descaradamente?
— Ele não está mentindo por maldade! Você vai obrigá-lo a ver a própria mãe destruindo a reputação dele em rede nacional? Como ele vai suportar isso?
— Eu vou dizer a verdade. Ele precisa aprender que mentiras e crimes têm consequências. Se ele escolheu o caminho da calúnia, ele que aguente o julgamento público!
— Amélia, você é capaz de sacrificar seu filho pelo Afonso?
— Quem sacrificou e machucou pessoas foi ele! E vocês!
Amélia empurrou Sérgio com força e marchou para o elevador.
Sérgio bufou de raiva. Ele queria ver até onde a loucura dela pelo Afonso iria.
Amélia chegou ao térreo.
Ao vê-la, os repórteres avançaram como uma onda.
— Amélia! É verdade que o Afonso jogou seu filho da sacada?
— Foi um crime passional? O Afonso tem ciúmes da criança?
— Ele tentou eliminar o enteado?
— Vocês vão continuar juntos depois disso?
— A família Vieira se pronunciou?
As perguntas eram ataques diretos à honra de Afonso.
Amélia ergueu a voz, firme:
— Quero esclarecer a verdade agora. Espero que todos parem de atacar a família Vieira e o Afonso. Meu filho, Daniel, caiu acidentalmente. O Afonso não o empurrou. Se alguém continuar com essa calúnia, eu e a família Vieira processaremos os responsáveis!
Os repórteres se entreolharam, confusos.
A bomba virou traque?

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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