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Vá para o Inferno, Ex-Marido! romance Capítulo 517

Amélia tomou a ampola da mão da enfermeira.

Leu o rótulo: Anticolinérgico. Escopolamina.

Amélia ergueu o olhar, fulminante.

— Você tem certeza de que este remédio é para este quarto?

A enfermeira tremeu, mas tentou sustentar a mentira.

— O remédio está certo. Tudo foi conferido. Por favor, não atrapalhe o tratamento do paciente!

Cláudia interveio, gritando para abafar a descoberta.

— Amélia, pare de inventar desculpas! Você é desprezível! Tem que nos dar uma satisfação pela falência!

Amélia ignorou a histeria e focou na velha.

— Por causa da Nádia, você tem coragem de cometer qualquer crime, não é Cláudia?

— Eu não estou fazendo nada pela Nádia! Vim aqui cobrar o que você fez ao Grupo Barros!

— Você acha que armar um barraco na porta, para que a enfermeira entre com medicamento adulterado, vai passar despercebido?

— Que medicamento adulterado? O hospital só dá o que o paciente precisa!

Amélia ergueu a ampola, exibindo-a como uma prova de crime.

— Isto é Escopolamina. Conhecida por seu efeito devastador no sistema nervoso. Bloqueia a acetilcolina. É isso que um paciente em coma como o Sr. Sousa precisa?

A enfermeira, encurralada, começou a chorar falsamente.

— Ai, meu Deus! Desculpe! Eu peguei errado! Era para o quarto ao lado! Eu sou nova aqui, me perdoe!

Amélia sorriu sem humor.

— Uma tentativa de homicídio se resolve com um "desculpe"?

Cláudia ficou estática.

Ela havia recebido ordens de Nádia apenas para fazer escândalo na porta.

Nádia disse que cuidaria do resto.

Então... o "resto" era isso? Matar o paciente?

Amélia encarou Cláudia nos olhos.

— Não pense que só porque você ficou gritando na porta, está isenta. Você é cúmplice. Parece que a prisão que a Nádia evitou vai sobrar para você, Cláudia.

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