Sebastião explodiu em fúria:
— Vovô, olha só isso! O mano é um inútil, não quer me ajudar em nada!
Natanael, perdendo a paciência, retrucou:
— Seu irmão está certo. Se você quer comandar o Grupo Vieira, precisa entender as operações da empresa, e não ficar boiando enquanto leva paulada de todos os lados.
— A culpa é do Afonso, aquele desgraçado! Eu vou acertar as contas com ele! — gritou Sebastião, espumando de raiva.
Ele saiu correndo porta afora, como um touro descontrolado.
[...]
Sede do Grupo GZ.
— Olá, gostaríamos de falar com o diretor geral, o Sr. Sullivan.
Sérgio Barros chegou à recepção, acompanhado de Neusa.
— Os senhores têm hora marcada? — perguntou a recepcionista, educada, mas distante.
— Não. Sou o presidente do Grupo Barros, Sérgio Barros. Preciso falar com o Sr. Sullivan.
— Sinto muito. Sem agendamento, não é possível ver o diretor. Ele é um homem muito ocupado.
— Não vamos tomar muito tempo do Sr. Sullivan. Dois minutos bastam.
— Sinto muito, senhor. Sem hora marcada, sem acesso.
Vendo que estavam batendo de cara na porta, Neusa interveio, indignada:
— Estamos aqui por uma questão de vida ou morte! Se você nem avisar, como vai saber se o Sullivan quer nos ver ou não?

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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