— Você diz que tem um recurso que eu desejo? — Afonso cruzou os braços, a expressão indecifrável. — Fale. Estou ouvindo.
A frase fez Magnus fechar a cara. A audácia!
— Afonso, você tem problema de audição? — retrucou Magnus, irritado. — Eu disse que vou negociar com o dono do Grupo GZ, não com você! Para que esse teatro? Acha divertido tentar roubar a cena?
Diante do sarcasmo de Magnus, Afonso permaneceu imperturbável, com uma calma que beirava a arrogância.
— Os projetos do Grupo GZ não são fáceis de negociar, e eu não dou meu tempo para qualquer um. Mas, vou abrir uma exceção. Dou a você dez minutos. Se conseguir despertar meu interesse, posso considerar manter a parceria com o Grupo Vieira.
As palavras de Afonso caíram como uma bomba no salão. Todos ficaram paralisados, chocados.
O que ele estava dizendo? As palavras eram em português, mas a frase parecia vir de outra dimensão.
Magnus sentiu o sangue ferver.
— Afonso, eu ouvi bem? Você está insinuando que é o dono do Grupo GZ? Como você tem a coragem de soltar uma asneira dessas?
Sebastião, espumando de raiva, apontou o dedo na cara de Afonso:
— Afonso, deixa de ser sem-vergonha! Ousar dizer que é o dono do GZ? Sua cara de pau não tem limites! Você não sabe que o verdadeiro dono está chegando a qualquer momento? Quer pagar de poderoso por alguns minutos e arriscar sua vida?
Natanael também fechou o semblante, repreendendo:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
Por favor, atualizem o livro....