Vitória virou-se para Afonso com ar sério: — Como neto, é sua obrigação vingar sua avó. Aquele velho cafajeste e o império dele no País M não podem sair impunes.
Afonso assentiu, com o olhar frio: — Isso é o mínimo.
O grupo de Natanael seria destruído. Natanael jamais imaginou que Adriana seria tão implacável, liquidando seus bens no País M e transformando o trio em indigentes.
Vitória então se voltou para Amélia, radiante: — Amélia, obrigada por aceitar se casar com meu filho. A família Vieira vai te dar o casamento mais grandioso que este país já viu.
Amélia, tímida, respondeu: — O casamento... pode ser simples.
Afonso olhou para ela, achando graça da modéstia.
— Simples? Jamais! — exclamou Vitória. — Meu filho suou sangue para conquistar você, não pode ser simples!
Afonso segurou a mão de Amélia: — Deixe ela exagerar um pouco, senão ela morre de tédio.
Amélia riu, e Vitória deu um tapa no braço de Afonso: — Que tédio o quê! Eu não quero que a Amélia passe vontade de nada, seu ingrato.
— Eu sei. Sei que ela é sua queridinha.
— Bom mesmo que saiba.
Todos riram. A data foi marcada: dia oito do próximo mês.
...
O dia do casamento de Afonso e Amélia chegou rápido.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Vá para o Inferno, Ex-Marido!
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